- Quaest realizou a pesquisa entre 8 e 11 de janeiro, com 2.004 pessoas (16 anos ou mais), margem de erro de dois pontos e nível de confiança de 95%.
- Lula segue à frente em cenários de 1º turno, com intenções de voto variando entre 35% e 40%.
- Flávio Bolsonaro aparece em segundo em seis dos sete cenários de 1º turno; Tarcísio de Freitas é competitivo em um eventual segundo turno contra Lula (44% a 39%).
- Entre eleitores independentes, a desaprovação ao presidente atinge 53%, enquanto a aprovação fica em 38%.
- A pesquisa aponta que 56% acreditam que Lula não merece mais um mandato, e 54% veem a candidatura de Flávio como efetiva.
A primeira Quaest do ano eleitoral aponta Lula na liderança em cenários de 1º turno, com Flávio Bolsonaro ganhando força como principal oponente. Tarcísio de Freitas surge como candidato competitivo em um eventual segundo turno contra o presidente. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas (18 anos ou mais) entre 8 e 11 de janeiro, com margem de erro de 2 pontos e confiança de 95%.
A pergunta central envolve o desempenho de Lula. A avaliação do governo registra empate técnico: 49% de desaprovação e 47% de aprovação. Entre eleitores independentes, a desaprovação sobe para 53%, contra 38% de aprovação.
Lula à frente na corrida presidencial
Nos cenários de 1º turno, Lula lidera entre oito opositores simulados, com índices entre 35% e 40%. Em cenários de 2º turno, Lula vence todos os adversários, porém com diferentes margens. A disputa mais próxima é com Tarcísio, em 44% a 39%.
Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar na maioria dos cenários de 1º turno. Em cenário com Lula e Tarcísio, Lula tem 36%, Flávio 23% e Tarcísio 9%. Em situação sem Tarcísio, Flávio chega a 32% contra Lula com 39%.
O que a pesquisa diz sobre Tarcísio
Tarcísio de Freitas é o adversário que mais se aproxima de Lula no segundo turno, com Lula variando de 44% a 46% e Tarcísio entre 31% e 39%. Entre eleitores independentes, Tarcísio atinge 36%, enquanto Lula fica com 34%.
A Quaest também analisa a posição de Flávio entre eleitores da direita não bolsonarista, observando crescimento de apoio nesse segmento. Sobre a candidatura de Flávio, 54% acreditam que ela é de fato a sério, 34% veem como possível negociação. A rejeição a Lula permanece elevada, mas caiu ligeiramente em relação ao mês anterior.
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