- A Polícia Federal pediu autorização para buscas em outubro do ano passado; o caso seguiu para o STF, o que atrasou a liberação devido à análise do pedido e à logística de cumprir mandados em cinco estados.
- A investigação começou em São Paulo e mira supostas fraudes envolvendo o Master, seu dono Daniel Vorcaro e negócios com o BRB, com foco em fundos de investimento.
- Indícios apontam uso de gestoras da Faria Lima para desviar recursos e ocultar patrimônio, em crimes que incluem organização criminosa, gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro.
- O ministro Dias Toffoli criticou a PF por não cumprir o prazo definido, concedendo 24 horas a partir de 12 de janeiro; o prazo teria expirado recentemente.
- A PF informou novos endereços dos investigados na época; a defesa de Vorcaro afirma que ele está à disposição para prestar esclarecimentos.
A Polícia Federal pediu autorização para buscas em outubro do ano passado no âmbito de uma investigação que envolve o Master, o banqueiro Daniel Vorcaro e possíveis desvios de recursos de fundos de investimento. A solicitação chegou ao STF após a subida do caso da primeira instância para instância superior, o que atrasou a liberação.
A apuração começou em São Paulo e se estende a uma operação mais ampla do que a fase inicial, que mirava negócios entre o Master e o BRB. A PF investiga fraudes envolvendo o Master, Vorcaro e gestoras da Faria Lima, com suspeitas de desvio de recursos e ocultação de patrimônio.
A demora para deflagrar as buscas ocorreu por questões logísticas, como confirmação de endereços e mobilização de efetivo em cinco estados: São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O pedido foi apresentado em outubro, mas a avaliação no STF atrasou a atuação policial.
Contexto da investigação
Toffoli criticou a PF por não cumprir o prazo determinado para iniciar a operação. O ministro havia fixado um prazo de 24 horas a partir de 12 de janeiro, que teria se esgotado ontem. A PF também apresentou novos endereços dos investigados na véspera das buscas.
Situação atual e desdobramentos
A PF informou novos indícios que reforçam a investigação sobre o uso de gestoras para ocultar patrimônio. A defesa de Vorcaro nega as acusações e afirma que o banqueiro permanece à disposição para esclarecer os fatos. A cada etapa, o caso ganha novos elementos de prova e envolve mais autoridades.
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