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Ciro confirma candidatura sem cargo definido e lança chapa com ex-rival

Ciro Gomes confirma candidatura em 2026 e lança chapa com Capitão Wagner e Roberto Cláudio; possível disputa ao governo do Ceará, Senado fica em aberto

Ciro Gomes discursa em ato de sua filiação ao PSDB
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  • Ciro Gomes confirmou hoje que é candidato em 2026, mas não abriu qual cargo disputará.
  • Em ato de filiação ao PSDB, ele indicou que a chapa majoritária deve incluir Capitão Wagner (União) e Roberto Cláudio (União).
  • A vaga para o Senado seria de Alcides Fernandes (PL), pai do deputado André Fernandes, mas o acordo com o PL foi suspenso após ataques de Michele Bolsonaro.
  • Michele Bolsonaro criticou a aliança durante o lançamento da pré-candidatura ao governo de Eduardo Girão (Novo), o que gerou racha na direita.
  • A tendência é que a aliança seja ratificada em breve, com apoio dos filhos de Jair Bolsonaro, apesar da posição de Michele.

O ex-candidato Ciro Gomes, filiado ao PSDB, confirmou hoje sua candidatura de forma inicial para as eleições de 2026 no Ceará, sem indicar qual cargo disputará. Em uma entrevista coletiva após café da manhã com a oposição ao governador Elmano de Freitas (PT), ele afirmou que a candidatura funciona como um projeto coletivo do grupo.

Ciro apresentou o que chamou de chapa, citando o nome de três prováveis integrantes para a disputa majoritária, incluindo o próprio Ciro. Ele mencionou a possibilidade de compor com o Capitão Wagner (União) e com Roberto Cláudio (União), indicando que a definição de cargos dependerá do entendimento entre as legendas da aliança. Também sinalizou a inclusão de outra vaga de senador com aliados.

O que deve compor a chapa

O nome que ficaria no Senado seria o deputado Alcides Fernandes (PL), pai do deputado federal André Fernandes (PL). Entretanto, a direção nacional do PL suspendeu o acordo após ataques envolvendo a ex-primeira dama Michele Bolsonaro, que criticou a aliança durante o lançamento da pré-candidatura ao governo do senador Eduardo Girão (Novo).

Na prática, a situação interna do PL no Ceará gerou tensão, com críticas de nomes estaduais à fala de Michele. O distanciamento aconteceu em meio a controvérsias sobre alinhamentos com o ex-presidente Jair Bolsonaro. A expectativa é de que a aliança seja ratificada em breve, embora haja oposição interna ao acordo.

Contexto político e próximos passos

A narrativa em torno da aliança envolve disputas entre setores da direita cearense e a oposição ao PT. A composição da chapa depende de negociações entre PSDB, União e PL, com a possível inclusão de figuras de maior projeção estadual. Nenhuma decisão definitiva sobre cargos foi anunciada neste momento.

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