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Delegada e líder do PCC compraram padaria em SP para lavar dinheiro

Delegada da Polícia Civil e o líder do PCC compraram padaria em São Paulo para lavar dinheiro; prisão ocorreu na Operação Serpens, com sete mandados de busca em São Paulo e Marabá

Layla Lima Ayub, foi presa na manhã desta sexta-feira (16) sob a suspeita de estar envolvida com o PCC (Primeiro Comando da Capital)
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  • Delegada Layla Lima Ayub e seu namorado, Dedel, líder do PCC no Norte, teriam comprado uma padaria no Jardim Itapemirim, zona leste de São Paulo, para lavar dinheiro.
  • A informação foi confirmada em coletiva da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, realizada nesta sexta-feira para falar sobre a prisão do casal.
  • A polícia apreendeu um contrato de compra e venda da propriedade, assinado pelo casal com o proprietário, no valor de R$ 40 mil.
  • Investigações indicam que Layla tinha vínculos pessoais e profissionais com integrantes da facção; Dedel seria responsável pela expansão do PCC na região norte.
  • A prisão ocorreu durante a Operação Serpens, com sete mandados de busca e apreensão em São Paulo e Marabá, em parceria entre o Ministério Público de São Paulo, a Corregedoria-Geral da Polícia Civil e o Gaeco do Pará.

Layla Lima Ayub, delegada da Polícia Civil de São Paulo, e seu namorado, Jardel Neto Pereira da Cruz, conhecido como Dedel, teriam comprado uma padaria no Jardim Itapemirim, na zona leste da capital, com o objetivo de lavar dinheiro. A informação foi confirmada em coletiva da SSP nesta sexta-feira, 16, durante anúncio sobre a prisão do casal.

Segundo as autoridades, a operação integra a série de ações da Corregedoria-Geral da Polícia Civil, em conjunto com o Ministério Público de São Paulo e o Gaeco do Pará. A investigação apontaria vínculos entre a delegada e integrantes do PCC, além de indícios de atuação do casal na organização criminosa.

A polícia apreendeu um contrato de compra e venda da padaria, firmado entre Layla, Dedel e o proprietário, com valor de R$ 40 mil. As apurações indicam que o imóvel seria usado para lavar capitais e que Layla mantinha ligações com membros da facção, em atuação profissional e pessoal.

Detalhes da operação

A defesa de ambos não foi divulgada pela reportagem, que a CNN Brasil tenta contactar. A prisão foi deflagrada durante a Operação Serpens, realizada pelo MPSP, pela Corregedoria-Geral e pelo Gaeco.

Itens apreendidos e próximos passos

Além da prisão, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em São Paulo e Marabá. As investigações devem continuar para esclarecer o envolvimento de terceiros e a extensão das supostas atividades.

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