- O ex-ministro Raul Jungmann morreu neste domingo, 18, conforme confirmação divulgada pela família.
- Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, esteve à frente dos ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias; em Michel Temer, comandou o Ministério da Defesa e, em 2018, tornou-se o primeiro ministro da Segurança Pública do Brasil.
- Na gestão Temer, coordenou operações com Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que autorizaram o emprego das Forças Armadas em estados com crises de segurança pública.
- Ao longo da carreira, foi filiado a diferentes legendas (PCB, MDB, PPS, PMDB); foi deputado federal por Pernambuco, vereador do Recife e atuou como líder de oposição ao governo Dilma Rousseff.
- Em 2022, tornou-se diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM; sigla explicada na primeira menção), e já enfrentou investigação por supostas fraudes em licitações—inquérito arquivado pela Justiça Federal.
O ex-ministro Raul Jungmann morreu neste domingo, 18, segundo confirmação de sua assessoria de imprensa. A informação foi divulgada sem detalhes sobre o local ou a causa.
Ao longo da carreira, Jungmann ocupou cinco vezes o cargo de ministro. No governo Fernando Henrique Cardoso, comandou os ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias. Em 2016, chegou à Defesa no governo Temer e, em 2018, tornou-se o primeiro ministro da Segurança Pública do Brasil.
Durante o governo Temer, coordenou operações baseadas em decretos de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), autorizando o emprego das Forças Armadas em estados com crise de segurança. Também atuou como deputado federal por Pernambuco e teve atuação em comissões e frentes parlamentares relevantes.
Trajetória política e institucional
Iniciou a militância no antigo PCB e passou por MDB, PPS, PMDB e PPS novamente, antes de atuar como deputado. Foi vice-presidente da CPI dos Sanguessugas, ligada a um esquema de corrupção envolvendo ambulâncias. Defendeu o impeachment de Dilma Rousseff durante a oposição.
Em 2012, foi vereador do Recife e, em 2022, tornou-se diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). O ex-ministro enfrentou investigações envolvendo suposta fraude em licitações, peculato e contratos de publicidade no Ministério do Desenvolvimento Agrário; o caso foi arquivado pela Justiça Federal.
A confirmação da morte levou à reprodução de lembranças sobre sua participação em debates sobre segurança pública, defesa e políticas ambientais no Brasil. Não houve divulgação de outras informações oficiais sobre a cerimônia de despedida.
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