- Camilo Santana disse que pode deixar o MEC para voltar ao Senado e ajudar na reeleição de Lula e do governador Elmano de Freitas.
- A data da saída ainda não foi combinada com o presidente, segundo o ministro.
- Também devem deixar os ministérios para as eleições Fernando Haddad, Gleisi Hoffmann e Rui Costa.
- No Ceará, PT está preocupado com a candidatura de Ciro Gomes, que aparece com 44% na Ipsos-Ipec, perante 34% de Elmano.
- Em projeção de segundo turno, Ciro soma 49% e Elmano 39%.
Camilo Santana cogita deixar o MEC para atuar na campanha de Lula e de Elmano de Freitas. O ministro afirmou, nesta segunda-feira, que pode retornar ao Senado para se dedicar às candidaturas. O objetivo seria apoiar a reeleição de Lula e a reeleição/continuidade de Elmano no Ceará.
Ainda não há confirmação sobre o momento da saída. Santana explicou que, caso saia, ficará ausente do estado, mas garantiu que trabalhará para evitar retrocessos tanto no Ceará quanto no Brasil. Ele sinalizou prioridade à atuação política nas eleições.
No Ceará, o PT encara a candidatura de Ciro Gomes como desafio importante. Uma pesquisa Ipsos-Ipec divulgada no fim do ano apontou Ciro com 44% de intenções de voto, contra 34% de Elmano. A projeção de segundo turno aponta Ciro com 49% ante 39% de Elmano.
Além de Santana, outros ministros também são citados como possíveis saídas para as eleições: Fernando Haddad (Fazenda), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e Rui Costa (Casa Civil). A expectativa é que integrantes do governo se dediquem às campanhas.
A percepção interna no PT aponta que a retirada de titulares de pastas pode reorganizar o tempo dedicado aos estados. No Ceará, o foco permanece na disputa entre Ciro Gomes e Elmano, com o próprio partido buscando consolidar apoio às suas candidaturas.
A decisão final sobre a saída de Santana depende de uma conversa com o presidente Lula. O anúncio ainda não foi combinado com o Planalto, segundo comunicado do ministro. O desfecho pode influenciar a estratégia do PT nas eleições de 2026.
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