- Ed Miliband, secretário de Energia, apoia a liderança de Keir Starmer e a estratégia de manter a calma diante de Donald Trump, destacando a desescalada como caminho neste momento.
- Starmer tem evitado postura mais confrontacional e sinalizado que o Reino Unido pode discordar sem impor tarifas retaliatórias em resposta às tarifas anunciadas por Trump.
- Miliband afirmou que a abordagem contida ajudou a alcançar acordo comercial com os Estados Unidos e manter as tarifas mais baixas, ressaltando a necessidade de encontrar terreno comum.
- Trump deve falar em Davos, enquanto outros líderes europeus manifestam preocupação com as ambições de Greenland e o impacto no NATO; PMQs acontece ao meio-dia com Kemi Badenoch.
Ed Miliband elogiou a resposta de Keir Starmer à posição de Donald Trump sobre Greenland, defendendo uma linha de desescalada. A afirmação ocorreu durante a cobertura política do Guardian sobre Davos e a crescente preocupação com a postura americana frente à Nato.
Segundo Miliband, a liderança de Starmer foca em evitar confrontos e buscar vias de entendimento. Ele ressaltou que o país pode estar pior em caso de retaliação de Trump, mantendo o tom de cooperação quando há acordo e clareza quando há discordância. A defesa aponta para manter o Reino Unido em posição estável.
Keir Starmer tem resistido a adotar tom mais confrontacional. Além de se opor à ideia de autorizar a compra ou anexação da Greenland, ele indicou que o Reino Unido pode não aderir a tarifas retaliatórias propostas pelo governo americano, caso haja oposição de países da OTAN.
Ed Miliband, secretário de Energia, afirmou em entrevista à Sky News que a estratégia de Starmer é adequada para o momento. A análise sugere que a abordagem busca reduzir tensões e evitar atritos desnecessários, mantendo diálogo com Washington.
O Guardian acompanha a agenda do dia em Davos: ao meio-dia, Starmer enfrentaria a deputada Kemi Badenoch no PMQs; às 13h30, Nigel Farage falaria em Davos; às 14h30, a secretária de Relações Exteriores, Yvette Cooper, também falaria no evento. Em paralelo, o plenário avaliava propostas sobre bem-estar infantil e restrições de uso de redes sociais por menores de 16 anos, com votação prevista para o fim da tarde.
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