- Gilson Machado, ex-ministro do Turismo e aliado de Bolsonaro, anunciou a desfiliação do PL nesta quarta-feira (21).
- Ele afirmou que não tem apoio do diretório estadual e pretende seguir para a candidatura ao Senado por Pernambuco em outra legenda.
- Reiterou que continua sendo o nome defendido por Jair Bolsonaro para o Senado em Pernambuco, mesmo sem respaldo do PL local.
- O partido apontaria Anderson Ferreira, presidente do diretório pernambucano, como o candidato ao Senado; atritos entre Gilson e Ferreira remontam às eleições municipais de 2024.
- Anderson afirmou que houve ajuda financeira ao comitê, citando R$ 6 milhões de fundo partidário, e que Gilson queria R$ 9 milhões; o ex-ministro não informou ainda qual legenda pretende migrar.
O ex-ministro do Turismo Gilson Machado anunciou nesta quarta-feira a desfiliação do PL. Ele afirmou que não tem o apoio do diretório estadual para a candidatura ao Senado por Pernambuco e informou que seguirá para outra legenda.
Machado disse que continua alinhado aos valores do presidente Jair Bolsonaro, mesmo não sendo o nome indicado pela direção do partido para disputar o Senado. A declaração indica a continuidade de sua atuação política, apesar da mudança de sigla.
No PL, o nome cotado para a vaga no Senado era o do presidente do diretório, Anderson Ferreira. Os atritos entre Machado e Ferreira se arrastam desde as eleições municipais de 2024, quando o ex-ministro criticou a falta de apoio à prefeitura do Recife.
Conflito interno no PL em Pernambuco
Anderson Ferreira rebateu as críticas, afirmando que houve contribuição do partido na campanha, incluindo apoio financeiro. Em entrevista, ele apontou que houve recursos recebidos, mas que a divergência persistiu. Ferreira disse ainda que precisou atuar para gerir a crise interna.
Machado não informou para qual partido pretende migrar. A pasta de Turismo continua sob sua responsabilidade anterior até a reorganização política que deve ocorrer após a desfiliação.
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