- Gleisi Hoffmann anunciou pré-candidatura ao Senado pelo Paraná nesta eleição.
- Ela se reuniu com o presidente Lula, Edinho Silva e Enio Verri para formalizar a decisão.
- Enio Verri havia sido apontado como pré-candidato, mas abriu mão de concorrer; a vaga ficará com Gleisi, conforme o PT.
- O PT busca frear uma possível vitória dupla da oposição ao Senado no Paraná, que já tem pré-candidatos como Deltan Dallagnol, Filipe Barros e Cristina Graeml.
- Ministros que pretendem disputar as eleições precisam deixar o governo até 4 de abril; a expectativa é de que pelo menos 20 se afastem.
Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais, anunciou nesta quarta-feira a pré-candidatura ao Senado Federal pelo Paraná para as eleições deste ano. A confirmação ocorreu após reunião com o presidente Lula, o presidente do PT, Edinho Silva, e Enio Verri, ex-deputado federal pelo Paraná e atual diretor-geral de Itaipu.
A ministra reforçou o compromisso de fortalecer, no estado, o projeto liderado por Lula. Hoffmann, deputada federal licenciada, firmou a posição de concorrer ao Senado, conforme informações repassadas pela Gazeta do Povo.
Mudança na pré-candidatura de Enio Verri
Antes anunciado pelo PT como pré-candidato ao Senado, Enio Verri acabou abrindo mão da disputa após orientação de Lula. Segundo Verri, a semana anterior contou com mudanças que levaram a Gleisi Hoffmann a assumir a candidatura ao Senado no Paraná.
Verri comunicou ao veículo que a decisão final sobre as candidaturas no estado ficou a cargo do PT, com a confirmação de Gleisi no Senado. O episódio ocorreu durante evento do governo em Foz do Iguaçu (PR).
O PT identifica Gleisi Hoffmann como principal nome no Paraná para frear uma possível vitória dupla da direita ao Senado. Observa ainda a pré-candidatura de Deltan Dallagnol (Novo), Filipe Barros (PL) e Cristina Graeml (União) como concorrentes na eleição.
A circulação de informações aponta que, para ministros que pretendem disputar as eleições, o afastamento do cargo deve ocorrer até 4 de abril. A expectativa é de que cerca de 20 ministros deixem as funções públicas nesse contexto.
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