- Hilton esteve no Capitólio, na quinta-feira, para defender uma lei sobre deepfakes não consensuais.
- A proposta permite que vítimas processem quem cria ou compartilha o conteúdo.
- O foco é deepfakes pornográficos gerados por inteligência artificial.
- A medida busca estabelecer responsabilização civil para esse tipo de conteúdo divulgado sem consentimento.
Paris Hilton apresentou-se no Capitólio nesta quinta-feira, em Washington, para defender uma lei que permita às vítimas de deepfakes pornográficos sem consentimento processarem os produtores ou divulgadores do conteúdo. A ativista e empresária pediu alterações legais para responsabilizar quem cria ou compartilha esse material.
A denúncia envolve deepfakes gerados por inteligência artificial, que colocam a imagem de terceiros em conteúdos pornográficos sem autorização. Hilton afirmou que esse tipo de tecnologia amplifica danos à reputação e à privacidade das pessoas afetadas, tanto online quanto offline.
Hilton participou de audiência no Congresso para defender a legislação, com o objetivo de facilitar ações judiciais e estabelecer sanções para quem produz ou distribui deepfakes não consensuais. As propostas buscam proteger vítimas e desencorajar a prática.
Proposta de Lei
Segundo a defesa apresentada, a lei permitiria processar autores e disseminadores, incluindo plataformas que hospedam o conteúdo. A parlamentar que lidera o esforço de lei afirmou que a medida seria aplicável independentemente de a produção ter ocorrido com ou sem fim lucrativo.
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