- Rogério Marinho, escolhido para a pré-campanha de Flávio Bolsonaro, afirma que em 2022 faltou palanque a Bolsonaro em alguns estados, especialmente no Nordeste.
- O senador desistiu de disputar o governo do Rio Grande do Norte pelo PL para ajudar a articular a candidatura presidencial de Flávio, a pedido do pai dele, que está preso.
- Marinho disse que seu trabalho terá caráter nacional e que, apesar de haver sensibilidade pelo Nordeste, não será restrito a essa região.
- No Nordeste, Flávio Bolsonaro registra intenção de voto entre 12% e 18%, frente a 60% a 65% de Lula, conforme cenários simulados.
- Em uma das simulações, Flávio aparece com 13% ao concorrer com Lula e nomes da direita, enquanto Lula fica em cerca de 65%.
Rogério Marinho, escolhido para atuar na pré-campanha de Flávio Bolsonaro à presidência em 2026, abriu mão de disputar o governo do Rio Grande do Norte para ajudar na articulação da candidatura do filho. O objetivo é apresentar os feitos do governo Bolsonaro ao eleitorado. A decisão foi anunciada após aceno do próprio Flávio, que está sob prisão em Brasília.
Marinho, ex-ministro de Bolsonaro e líder da oposição no Senado, havia sido apontado como favorito do PL para governar o RN, atualmente sob o governo do PT. Na prática, ele passará a integrar a campanha presidencial de Flávio, atendendo a um pedido do pai, que escolheu o filho como candidato. O senador afirmou que a atuação terá caráter nacional.
Para o foco regional, o político sinalizou que a escolha aponta para um olhar mais atento ao Nordeste, sem delimitar atuação exclusiva à região. Ele destacou que o Nordeste terá sensibilidade própria, mas o trabalho ocorrerá de forma abrangente, em todo o país.
Desempenho de Flávio no Nordeste
Na região, pesquisas apontam intenções de voto de Flávio entre 12% e 18%, ante Lula, com índices entre 60% e 65% nos cenários testados. Os números variam conforme o cenário e os nomes considerados na primeira rodada. O melhor resultado de Flávio ocorre em cenários com Lula, Romeu Zema, Aldo Rebelo e Renan Santos, com Lula em 62%.
Em outra configuração, quando Flávio disputa com Lula e nomes da direita, o percentual do senador fica em 13%. Já Lula aparece com 65% nesses cenários. Os números são simulados para a primeira rodada e dependem dos candidatos convidados.
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