- O presidente do STF, Edson Fachin, sugeriu a criação de um código de conduta para ministros, o que dividiu a corte em duas correntes.
- Resistência interna aponta que o tema é relevante, mas inoportuno neste ano eleitoral; a ala contrária é minoritária.
- Entre os que não veem necessidade estão Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli; a discussão visa medir o momento adequado.
- Itens considered no eventual código incluem integridade, prudência nas manifestações públicas e rejeição de vantagens; também há propostas de maior transparência na remuneração.
- A expectativa é adiar o debate para o próximo ano ou para o próximo presidente; Toffoli permanece na relatoria do caso Master, com avaliação de envio à primeira instância após parecer da PGR.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, propôs a criação de um código de conduta para integrantes da Corte. A iniciativa dividiu ministros em duas correntes: uma vê o texto importante, mas inoportuno no atual período eleitoral; a outra é contrária à necessidade.
Entre os que consideram desnecessário o código, estão Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, que também atua como relator do caso Master. A interlocutores afirmam que Fachin busca entender se é o momento adequado para o tema ganhar andamento.
A recomendação de regras envolve integridade, prudência em manifestações públicas e rejeição de vantagens. Também está em estudo maior transparência na remuneração da magistratura.
Situação do debate
Com a resistência interna, a expectativa é adiar o debate para o próximo ano ou para o mandato do próximo presidente. Aliados ressaltam que Fachin enxerga o código como instrumento de transparência, não uma crítica a ministros específicos.
Caso Master
Toffoli não deve abandonar a relatoria. A condução do caso gera críticas e aumenta a pressão sobre o STF, de modo que a adoção de um código de conduta seria interpretada como recado ao relator. A decisão envolve o envio do processo à primeira instância após parecer da PGR.
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