- Vídeos publicados mostram uma confrontação anterior entre Alex Pretti e agentes federais, 11 dias antes de ele ser morto a tiros por agentes em Minneapolis, durante protestos.
- O material, de cerca de dois minutos, mostra Pretti sendo agarrado e derrubado durante as manifestações contra a operação de imigração federal.
- O advogado da família, Steve Schleicher, afirma que Pretti não representava ameaça e que a agressão anterior não justificaria a morte.
- Em outras informações, o governo discute medidas de controle de imigração, incluindo declarações sobre a direção das ações da Patrulha de Imigração e Alfândega (ICE) e possíveis restrições ao enforcement.
- Os dois agentes envolvidos no tiroteio foram colocados em licença administrativa, conforme protocolo padrão, embora a data exata ainda não tenha sido informada.
Na noite de 13 de janeiro, vídeos mostram uma confrontação entre Alex Pretti, enfermeiro de UTI, e agentes federais em Minneapolis. O registro, de cerca de dois minutos, ocorreu durante protestos contra a operação federal na cidade.
As imagens mostram Pretti sendo agarrado e empurrado ao chão por autoridades, durante a movimentação de moradores que acompanhavam a ação de imigração. Ao mesmo tempo, uma jovem foi retirada à força de um carro próximo, gerando ampla repercussão.
Steve Schleicher, advogado da família de Pretti, afirma que ele não representava ameaça e que a agressão ocorreu uma semana antes do tiroteio fatal. A defesa aponta que o episódio não justificaria a morte posteriormente ocorrida.
Outras informações indicam que a cidade vivia protestos intensos contra a operação de imigração. Cohen de defesa e representantes de organizações locais acompanham o desdobramento do caso e afirmam a necessidade de apuração independente.
O padre de Minneapolis, que não participou diretamente, comenta que a tensão entre comunidade e autoridades se intensificou nos últimos dias. Especialistas destacam que denúncias de abuso de poder aumentam a desconfiança pública.
A administração federal ordenou que agentes de imigração evitassem confrontos com manifestantes, com foco em pessoas com antecedentes criminais, conforme relatório interno revisado por veículos de imprensa.
Paralelamente, o Senado sinalizou resistência a novos financiamentos para o DHS sem mudanças na atuação de autoridades de imigração, elevando o tom de discussões sobre políticas de fronteira.
Um juiz federal de Minnesota bloqueou temporariamente uma operação que envolvia centenas de refugiados, determinando ordem de manutenção do status atual e liberação de pessoas detidas sob a operação.
Os familiares de Pretti contrataram um ex-promotor federal ligado ao caso de Derek Chauvin, para acompanhar a defesa, em uma atuação pro bono. A família de outra vítima de agentes de imigração também busca apoio jurídico.
A assessoria de imprensa de CBP confirmou que dois agentes envolvidos no tiroteio de Pretti foram colocados em licença administrativa, conforme protocolo, embora detalhes não tenham sido esclarecidos.
Entre na conversa da comunidade