- Janaína Paschoal, vereadora de São Paulo, chamou de ridícula e típica de monarquia a postura dos filhos de Jair Bolsonaro, após publiclyications sobre saudades do pai na rua.
- Ela cobrou que Flávio Bolsonaro apresente projetos no Senado e explique o que aprovou na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), questionando seus planos atuais.
- Janaína mencionou uma publicação de Flávio dizendo que tempos de ver o pai na rua voltariam, afirmando que o Brasil não é uma monarquia.
- O comentário de Janaína também atingiu Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro e pré-candidato a senador por Santa Catarina, ao questionar quais propostas ele tem para Santa Catarina e classificar a situação como ridícula.
- O texto destaca que Carlos visitou o pai na cadeia e criticou a condenação, além de mencionar que autoridades federais apontaram provas contra Jair Bolsonaro em processo envolvendo golpe de Estado.
Janaína Paschoal, vereadora de São Paulo e uma das autoras do impeachment de Dilma Rousseff, criticou nesta terça-feira a postura de filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela afirmou nas redes sociais ser ridícula a imagem de uma suposta monarquia entre Flávio e os irmãos Eduardo e Carlos Bolsonaro, enquanto o pai continua preso.
A advogada questionou quais propostas os filhos apresentaram no Senado e na Alerj, e por que não defendem pautas nacionais. Ela citou uma publicação em que Flávio Bolsonaro disse ter saudades de ver o pai na rua, destacando a necessidade de propostas concretas para o país.
Carlos Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, também foi alvo da crítica. Paschoal ressaltou que é preciso olhar para as propostas de cada um e não apenas para a defesa da família. Carlos visitou o pai na prisão e comentou a situação, citando o coronel Mauro Cid.
Repercussões
Carlos rebateu as avaliações sobre o caso e criticou o que chamou de uso político da imagem familiar. Ele afirmou que há várias testemunhas que contribuíram com a investigação, incluindo militares de altas patentes. A reportagem não apura opiniões políticas de terceiros nem envolve julgamentos.
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