Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bill e Hillary Clinton deporão no Congresso dos EUA sobre o caso Epstein

Bill Clinton e Hillary Clinton deporão ao Congresso dos EUA sobre Epstein; o depoimento evita votação por desacato e destaca tensões políticas no caso

Bill e Hillary Clinton. Foto: SAUL LOEB / AFP
0:00
Carregando...
0:00
  • O ex-presidente Bill Clinton e a ex-secretária de Estado Hillary Clinton prestarão depoimento ao Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes dos EUA sobre Jeffrey Epstein, sem acusações criminais ligadas ao caso.
  • Eles inicialmente se recusaram a comparecer, alegando falta de propósito legislativo claro, e passaram a aceitar depoimento em declarações futuras.
  • Democratas afirmam que a investigação é usada para atacar adversários de Donald Trump, que foi amigo de Epstein; Trump não foi convocado a depor e buscou bloquear a divulgação de documentos.
  • A votação sobre desacato foi suspensa depois que os Clinton concordaram em testemunhar; Clinton reconheceu ter usado, em trabalhos humanitários, o jato privado de Epstein, sem visitar a ilha associada ao magnata.
  • Um tribunal deve decidir, na quarta-feira, sobre bloquear o acesso a registros da investigação após denúncias de nomes de vítimas não censurados; o Departamento de Justiça divulgou o que seria o último lote de documentos.

Bill Clinton e Hillary Clinton devem depor perante o Congresso dos EUA em relação ao caso Epstein, na forma de declarações prestadas por escrito ou presencialmente. A investigação envolve o criminoso sexual Jeffrey Epstein, que morreu em prisão em 2019.

O Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes, de maioria republicana, acusa ambos de descumprimento de intimações. Os depoimentos buscam esclarecer vínculos com Epstein e o uso do jato particular do empresário no passado.

Os Clinton já haviam resistido a comparecer de forma presencial, anunciando que deveriam recusar por questões de legitimidade das intimações. A decisão mudou após acordo para depoimento, evitando voto em desacato.

O porta-voz de Clinton, Ángel Ureña, afirmou que o casal estará presente e que busca estabelecer um precedente que valha para todos. Não houve acusações criminais contra Bill ou Hillary Clinton no episódio.

As informações anteriores indicavam que o caso mobilizava disputas partidárias. Democratas argumentam que a investigação serve a fins político-partidários contra o presidente Donald Trump, aliado de Epstein segundo a narrativa republicana.

Trump, por sua vez, luta para manter documentos da investigação sob sigilo. Ele foi próximo de Epstein, mas não foi convocado para testemunhar. O tema envolve conspirações entre bilionários, políticos, acadêmicos e celebridades.

Votações iniciais sobre métodos de cooperação dos Clinton foram suspensas. A decisão ocorreu depois de o casal enviar declarações juramentadas por escrito sobre o que sabiam sobre Epstein e Maxwell, presa por tráfico sexual.

Observa-se ainda que Epstein enfrentou condenação por crimes sexuais contra menores. Maxwell cumpre pena de 20 anos por tráfico sexual. As informações de natureza técnica visam esclarecer ligações com figuras públicas.

Paralelamente, tramita em tribunal a análise de pedidos de bloqueio de acesso aos registros da investigação. Vítimas alegam que seus nomes não estavam censurados nos arquivos divulgados pelo governo.

O Departamento de Justiça divulgou um conjunto de documentos, fotos e vídeos relacionados ao caso. Há contestação sobre a omissão de censura de nomes de vítimas, o que gerou atrito entre tribunais e imprensa.

Uma audiência foi marcada para discutir a proteção de identidades. Juízes devem decidir se há necessidade de novas censuras nos arquivos após a divulgação de materiais sensíveis.

O governo informou que trabalha para aplicar correções nos arquivos, conforme relatos de veículos internacionais. Sermões legais destacam a importância de manter o devido sigilo sobre a identidade das vítimas.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais