- Jovem de 18 anos acusa o ministro do Superior Tribunal de Justiça Marco Buzzi de importunação sexual durante viagem à casa de praia dele em Balneário Camboriú, Santa Catarina.
- O depoimento, feito em 14 de janeiro à Polícia Civil de São Paulo, descreve o abuso no mar, com aproximação física e toque nas nádegas.
- A vítima afirma que o ministro comentou sobre estar com frio e tentou puxá-la de volta quando ela tentou se desvencilhar; a família foi informada e a viagem foi encerrada.
- O caso corre em segredo de Justiça; as investigações foram encaminhadas ao Conselho Nacional de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal, por foro privilegiado do ministro.
- A defesa do ministro nega as acusações; a defesa da vítima aguarda o andamento rigoroso das apurações.
A jovem de 18 anos afirma ter sido importunada sexualmente pelo ministro do STJ Marco Buzzi durante uma viagem a Balneário Camboriú, em Santa Catarina. O fato ocorreu no início deste ano, segundo depoimento à Polícia Civil de São Paulo. A investigação tramita em segredo de justiça.
Conforme o relato, o abuso ocorreu na área da casa de praia do ministro, em situação afastada da orla. A vítima diz que o ministro a levou para o mar e fez comentários que sugeriam aproximação, seguido de contato físico inapropriado.
Ainda segundo o testemunho, o ministro teria virado a jovem de costas, pressionado o corpo contra o dele e tocado suas nádegas. Ao tentar se desvencilhar, ela relata resistência, até conseguir se afastar. Em seguida, ele teria feito observação sobre sinceridade da vítima.
A adolescente contou aos pais assim que retornou ao condomínio. A família interrompeu a viagem e retornou a São Paulo. A vítima relata sintoma de insônia e ansiedade e busca acompanhamento médico e psicológico.
Investigação e posicionamentos
O caso é tratado como importunação sexual e corre em segredo de Justiça. A defesa de Buzzi afirma que o ministro foi surpreendido pelas alegações e as repudia, ressaltando que tais ilações não correspondem aos fatos.
O noticiário sobre o caso foi confirmado por veículos de imprensa e está sendo encaminhado ao CNJ, com encaminhamento ao STF devido ao foro privilegiado do ministro. Não há conclusão oficial até o momento.
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