- Morgan McSweeney, chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, pediu demissão, segundo comunicado neste domingo.
- A saída ocorre em meio à pressão sobre Starmer pela nomeação de Peter Mandelson como embaixador nos Estados Unidos em 2024.
- Manifestantes apontam a controvérsia envolvendo a relação de Mandelson com o falecido abusador Jeffrey Epstein.
- McSweeney afirmou ter participado da nomeação, declarou que a decisão foi errada e que assumiria total responsabilidade pelo conselho dado ao presidente.
Morgan McSweeney, chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, anunciou sua saída neste domingo, em Londres. A decisão ocorre em meio à pressão sobre Starmer pelo envio de Peter Mandelson como embaixador nos Estados Unidos.
McSweeney afirmou, por meio de uma declaração publicada no X, que participou diretamente da nomeação de Mandelson. Segundo ele, a decisão foi errada e causou dano ao partido, ao país e à confiança na política; ele também assumiu a responsabilidade por ter aconselhado o premiê naquela escolha.
A controvérsia envolve Mandelson desde 2024, quando foi designado para Washington, após a divulgação de documentos sobre a relação dele com Jeffrey Epstein. A crise é vista como a mais grave enfrentada por Starmer em seus 18 meses no poder, influenciando o cenário político britânico.
Contexto político
A saída de McSweeney destaca o impacto interno da decisão sobre Mandelson. O primeiro-ministro ainda não comentou publicamente sobre a demissão de seu principal assessor, que era considerado um dos pilares da vitória de Starmer em 2024.
Implicações
Analistas avaliam que a renúncia pode acirrar debates sobre transparência e integridade no governo. Não há informações disponíveis sobre substituto imediato para o cargo de chefe de gabinete.
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