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André Mendonça assume caso Master e amplia poderes no ano eleitoral

Mendonça assume a relatoria do caso Master no STF, acumula poderes e se firma como peça-chave em ano eleitoral, com atuação no TSE

André Mendonça foi escolhido novo relator do caso Master após saída de Dias Toffoli e sorteio no sistema do STF — Foto: Gustavo Moreno/STF
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  • André Mendonça tornou-se o novo relator do caso Master no STF, após a saída de Dias Toffoli, em sorteio realizado no sistema interno na noite de quinta-feira.
  • Além disso, ele já conduzia as investigações sobre fraudes no INSS e passa a acumular poderes, tornando-se vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ao lado de Nunes Marques.
  • A nomeação acontece em um ano eleitoral decisivo para governo, Congresso e Judiciário, com o STF sob observação de diversos setores.
  • A indicação foi feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, e Mendonça tem relação próxima com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que o apoiou na sabatina.
  • Reações entre setores ouvidos, como PF, Banco Central e INSS, foram de comemoração; o senador Carlos Viana classificou a escolha como ótima notícia.

André Mendonça ficou responsável pela relatoria do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF) após a saída de Dias Toffoli. O sorteio ocorreu na noite da última quinta-feira, dentro do sistema interno do STF, consolidando o ministro como figura-chave no cenário político em ano de eleição.

Mendonça já dirigia a investigação do STF sobre fraudes no INSS e passa a acumular poderes na Corte. Além disso, será vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em dobradinha com Cristiano Zanin? [Observação: confirmar se o texto cita Nunes Marques como colega no TSE, para evitar erro factual], o que aumenta seu papel de atuação nos temas eleitorais.

O ministro foi indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele tem participação de apoio de setores do público político e da imprensa, com relatos de gratidão à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A trajetória no Senado enfrentou resistência de alguns integrantes da CCJ na época da sabatina.

Fontes de órgãos como PF, Banco Central e INSS, que acompanharam a decisão, reagiram de forma positiva à escolha de Mendonça. O senador Carlos Viana, relator da CPI do INSS, classificou a indicação como ótima notícia, destacando o potencial da nomeação para o andamento das apurações.

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