- Centrão emitiu notas de apoio ao ministro Dias Toffoli após ele sair da relatoria do caso Master; o novo relator será o ministro André Mendonça.
- Toffoli deixou a relatoria para tentar resolver a crise institucional na Corte; os colegas afirmaram não caber suspeição ou impedimento, mesmo com mensagens mencionando Toffoli envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro.
- O Solidariedade afirma que Toffoli é vítima de linchamento moral e critica vazamentos seletivos como pressão indevida contra a dignidade humana.
- O senador Ciro Nogueira, presidente do Progressistas, e Antonio Rueda, presidente do União Brasil, defenderam Toffoli, criticando narrativas caluniosas e reforçando a legitimidade do ministro.
- Notas destacam a confiança na integridade de Toffoli e na prevalência da verdade, ressaltando a defesa da democracia e das instituições.
O Centrão publicou notas públicas em apoio ao ministro Dias Toffoli, após ele deixar a relatoria do caso Master na sexta-feira (13). Toffoli saiu na quinta-feira para permitir que o STF busque resolver a crise institucional envolta no processo. O novo relator já foi escolhido: André Mendonça.
As manifestações dos maiores partidos do Centrão destacam a atuação de Toffoli ao longo dos anos e cobrem críticas a quem tenta atribuir culpa ao ministro com base em vazamentos. A nota oficial afirma que não houve suspeição ou impedimento, mesmo diante de mensagens envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro.
O Solidariedade, dirigido pelo deputado Paulinho da Força, descreve Toffoli como vítima de linchamento moral e critica vazamentos seletivos que pressionam autoridades. A gestão do caso é apresentada como um momento de defesa da dignidade humana.
O senador Ciro Nogueira, presidente do PP, e Antonio Rueda, presidente do União Brasil, defenderam publicamente Toffoli. Eles afirmam que narrativas caluniosas fragilizam a democracia e reafirmam a confiança na integridade do ministro.
Contexto institucional
A nota do Solidariedade ressalta o equilíbrio do Toffoli e seu compromisso com a Constituição. O documento também repudiou qualquer forma de perseguição institucional movida por vazamentos de interesse privado.
A Federação União Progressista enfatiza a importância de manter equilíbrio entre as versões apresentadas. A entidade defende a integridade de Toffoli e a busca pela verdade, sem decisões precipitadas que prejudiquem as instituições.
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