- O deputado Rodrigo Rollemberg afirma que a Câmara deve instalar imediatamente uma CPI para apurar as operações do Banco Master.
- Ele diz haver resistência política na Casa e que não há impedimento regimental para a criação da comissão neste momento.
- Segundo o parlamentar, houve prejuízos à população do Distrito Federal com a compra de 12 bilhões de reais em títulos inexistentes pelo BRB e quase 1 bilhão de Rioprevidência.
- Rollemberg acusa lideranças partidárias de dificultar investigações da Polícia Federal e de pressionar o Banco Central para favorecer a operação.
- O deputado afirma que a pressão da opinião pública e novas revelações podem tornar inevitável a instalação da CPI.
A Câmara dos Deputados pode instalar uma CPI para apurar as operações do Banco Master, defesa feita pelo deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) em entrevista ao UOL News – 2ª edição, Canal UOL. A justificativa é esclarecer prejuízos envolvendo BRB e Rioprevidência.
Rollemberg afirmou que há resistência política à criação da comissão, mesmo diante de denúncias de ficaram bilionários envolvendo a instituição. Segundo ele, não haveria impedimento regimental para a comissão neste momento.
O parlamentar informou que o regimento não impede o funcionamento ao mesmo tempo de várias comissões, e que, na prática, a Câmara demonstra falta de vontade para a instalação da CPI. Ele defendeu que novas evidências reforçam a necessidade.
Ele citou prejuízos aos brasilienses com a compra de títulos inexistentes do Banco Master pelo BRB, estimados em cerca de R$ 12 bilhões, além de uma operação de quase R$ 1 bilhão pelo Rioprevidência. Essas situações, conforme ele, impactaram milhões.
Rollemberg afirmou que lideranças contrárias à CPI teriam atuado para limitar investigações da Polícia Federal e pressionar o Banco Central a aprovar a compra. Segundo ele, essas leituras apontam para uma coordenação entre setores políticos.
A defesa da instalação da CPI, disse o deputado, pode depender da pressão da opinião pública. Ele destacou que revelações recentes da PF e da imprensa podem tornar inevitável a apuração pela Câmara.
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