- Solidariedade publicou uma nota em defesa do ministro Dias Toffoli, após ele deixar a relatoria do caso Banco Master.
- A sigla critica o que chama de “linchamento moral” e a nota é assinada pelo deputado Paulinho da Força, presidente nacional do partido.
- O texto ressalta quase vinte anos de serviços na magistratura, incluindo a presidência do Poder Judiciário durante a pandemia e a presidência do Tribunal Superior Eleitoral.
- O partido afirma que não se pode permitir o linchamento moral de autoridades públicas com prejulgamentos e vazamentos seletivos de informações.
- O STF informou que houve troca de relatoria, não há suspeição nem impedimento de Toffoli, que continua apto a votar no caso e atendeu aos pedidos da Polícia Federal e da PGR.
O Solidariedade informou publicamente seu apoio ao ministro Dias Toffoli, do STF, após a decisão de que ele deixou a relatoria do caso Banco Master. A nota critica o que classifica como linchamento moral e é assinada pelo deputado Paulinho da Força, presidente nacional do partido.
O texto relembra quase vinte anos de atuação do magistrado, destacando sua presidência do Judiciário durante a pandemia e a condução das eleições enquanto presidente do TSE, sempre com equilíbrio e firmeza.
A legenda afirma que não se pode admitir que corporações e parte da mídia promovam prejulgamentos e vazamentos seletivos de informações para atingir autoridades públicas.
A nota encerra ressaltando a responsabilidade institucional de líderes políticos e da sociedade na defesa da democracia e de suas instituições. A decisão de trocar a relatoria foi anunciada ontem pelo STF; Toffoli permanece apto a votar no processo.
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