Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bolsonaro pede ao STF tratamento com estimulação elétrica no crânio na prisão

Defesa pede ao STF autorização para neuromodulação não invasiva na prisão, com sessões três vezes por semana, cite melhora no sono, ansiedade e depressão

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após sair do hospital DF Star, em Brasília. Foto: Pablo Porciuncula/AFP
0:00
Carregando...
0:00
  • A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao Supremo Tribunal Federal autorização para que o ex-presidente receba tratamento de neuromodulação não invasiva por Estímulo Elétrico Craniano na prisão onde cumpre pena; o relator, Alexandre de Moraes, ainda não se pronunciou.
  • A defesa afirma que o tratamento é não invasivo, feito com clipes nas orelhas, com sessões de entre cinquenta minutos e uma hora, iniciado em abril de dois mil e vinte e cinco durante internação, sob orientação do neurocientista Ricardo Caiado.
  • Um laudo anexado ao pedido diz que o protocolo visa a regulação funcional da atividade neurofisiológica central, com o paciente em repouso consciente.
  • Nos primeiros dias de aplicação, a defesa sustenta ter havido melhora no sono, na ansiedade, na depressão e nos episódios de soluços.
  • O pedido também solicita que o profissional responsável possa ir à unidade três vezes por semana, por tempo indeterminado, com as sessões preferencialmente no fim do dia, próximo ao repouso noturno, respeitando as regras de segurança.

O pedido foi protocolado nesta quinta-feira 19 no Supremo Tribunal Federal (STF) pela defesa de Jair Bolsonaro. O objetivo é obter autorização para que o ex-presidente, atualmente em unidade prisional, receba tratamento de neuromodulação não invasiva por Estímulo Elétrico Craniano (EEC). A solicitação envolve a prática na própria prisão, no local em que cumpre pena.

A peça aponta que o tratamento seria realizado por meio de clipes nas orelhas, com sessões de 50 a 60 minutos. A defesa afirma que o procedimento foi iniciado durante a internação de Bolsonaro, em abril de 2025, sob supervisão do neurocientista Ricardo Caiado. Um laudo anexado ao pedido descreve o protocolo como busca de regulação funcional da atividade neurofisiológica central, com o paciente em repouso consciente.

Situação no STF

Os advogados sustentam que o tratamento pode trazer melhoria para quadros de multimorbidade já descritos nos autos. Eles solicitam a presença do profissional responsável no presídio três vezes por semana, independentemente das visitas ordinárias, por prazo indeterminado. O encaminhamento também recomenda sessões preferencialmente no fim do dia, próximo ao horário de repouso noturno, respeitando as regras de segurança da instituição. O relator do caso, Alexandre de Moraes, ainda não se manifestou sobre o pedido. As informações constam nos autos e não representam decisão final.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais