- O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Wellington Luiz (MDB), arquivou três pedidos de abertura de processo de impeachment contra o governador Ibaneis Rocha (MDB) por suposto envolvimento com o Banco Master.
- Os pedidos foram protocolados pelo PSOL, PDT, PSB e Cidadania e receberam parecer da advocacia da Casa pelo arquivamento.
- Os despachos foram publicados no diário oficial da Câmara Legislativa nesta sexta-feira (20).
- O caso envolve a tentativa do Banco de Brasília (Banco BRB) de comprar o Master; o BRB chegou a adquirir carteiras de crédito da instituição, consideradas fraudulentas; o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, foi afastado, e Ibaneis nomeou Nelson Antônio de Souza para a presidência do BRB.
- No Supremo Tribunal Federal, o caso Master foi redistribuído do ministro Dias Toffoli para o ministro André Mendonça; o relator reduziu o grau de sigilo dos autos e determinou que a perícia siga o fluxo ordinário.
O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Wellington Luiz, arquivou três pedidos de abertura de processo de impeachment contra o governador Ibaneis Rocha, ambos do MDB, ligados ao caso Master. Os pedidos foram protocolados por PSOL, PDT, PSB e Cidadania, com parecer da advocacia da Casa pelo arquivamento. Os despachos foram publicados no Diário da Câmara na sexta-feira (20).
Segundo os documentos, o objetivo era apurar suposto envolvimento de Ibaneis com o Banco Master, ligado ao histórico da instituição no Palácio do Buriti. O clã político enxerga riscos de dano à gestão pública caso as investigações avancem.
Contexto do caso Master
A controvérsia envolve a participação do BRB na aquisição de carteiras de crédito do Master, atos considerados fraudulentos pela investigação. Em decorrência, o ex-presidente da BRB, Paulo Henrique Costa, foi afastado, e Ibaneis nomeou Nelson Antônio de Souza para assumir o cargo.
Situação jurídica e desdobramentos
Durante o desdobramento, Costa teve acareação com Daniel Vorcaro, dono do Master, com versões divergentes sobre as CCBs. Vorcaro afirmou que Costa sabia da origem dos créditos, enquanto Costa negou. O STF também atua no tema, com mudanças de relatoria e andamento técnico do processo.
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