- O ministro Félix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça, morreu aos 78 anos nesta quarta-feira, 25, mantendo atuação na Corte por mais de vinte anos.
- Ele estava hospitalizado no Sírio-Libanês, em Brasília, para acompanhamento médico; a causa da morte não foi divulgada.
- Fischer presidiu o STJ de 2012 a 2014 e atuou como relator de processos da Lava Jato, julgando quase 115 mil casos na carreira.
- Aposentou-se do STJ em 2020, aos 75 anos, após um afastamento por motivos de saúde; a aposentadoria foi anunciada em agosto daquele ano.
- Antes do STJ, integrou o Ministério Público do Paraná desde 1974, foi procurador da Justiça em 1990 e teve atuação no Tribunal Superior Eleitoral; naturalizado brasileiro em 1948, nascido em Hamburgo, Alemanha, deixa esposa e quatro filhos.
Felix Fischer, ministro aposentado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), morreu aos 78 anos nesta quarta-feira (25). Segundo o STJ, ele estava hospitalizado no Sírio-Libanês, em Brasília, para acompanhamento médico. A causa exata da morte não foi divulgada. O velório e o sepultamento ocorrem na quinta-feira (26) em Brasília, conforme a instituição.
Fischer integrou o STJ por mais de duas décadas, ocupando uma vaga reservada ao Ministério Público Federal desde 1996. No tribunal, foi relator de processos da Lava Jato e presidiu o STJ entre 2012 e 2014. De acordo com a corte, ele julgou quase 115 mil processos durante sua atuação como ministro. Aposentou-se em 2020, aos 75 anos, na idade limite para o serviço público, após afastamento por motivos de saúde.
Carreira antes do STJ
Antes de chegar ao STJ, Fischer atuou no Ministério Público do Paraná desde 1974, tornando-se procurador da Justiça em 1990. Também exerceu funções no Tribunal Superior Eleitoral e foi corregedor da Justiça Eleitoral. Formado em ciências econômicas e direito, ainda atuou como professor por muitos anos. Nascido em Hamburgo, na Alemanha, naturalizou-se brasileiro em 1948, aos um ano de idade. Fischer deixa esposa e quatro filhos.
Legado institucional
Ao longo da carreira, Fischer foi reconhecido pela atuação em casos de grande repercussão e pela contribuição à jurisprudência do STJ. A morte dele representa a perda de uma figura de destaque no cenário jurídico brasileiro. O STJ não divulgou outras informações sobre as circunstâncias do falecimento.
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