- Os ministros da Primeira Turma do STF analisam o caso contra os irmãos Brazão e mais três réus nesta quarta-feira.
- Marinete Silva e Luyara Santos, mãe e filha de Marielle Franco, passaram mal durante o segundo dia de julgamento; Luyara precisou de cadeira de rodas.
- O relator, ministro Alexandre de Moraes, sugeriu a condenação dos irmãos Chiquinho e Domingos Brazão.
- A sessão contou com apoio de Anielle Franco e Mônica Benício para acompanhar as famílias das vítimas; a esposa de Anderson Gomes também acompanha a votação.
- Faltam votar nesta quarta os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino; a denúncia aponta Brazão como principal mandante, com participação de Robson Calixto, Ronald Pereira e Rivaldo Barbosa.
Oito anos após o crime que tirou a vida da vereadora Marielle Franco, a Primeira Turma do STF acompanha o julgamento dos mandantes. Nesta quarta-feira, 25 de fevereiro, o segundo dia de votações envolve os irmãos Chiquinho e Domingos Brazão, além de outros réus. O processo tramita na Justiça do STF.
Durante a sessão, Marinete Silva e Luyara Santos, mãe e filha de Marielle, passaram mal e tiveram atendimento médico no plenário. Luyara precisou de cadeira de rodas, mas ambas não houve confirmação de diagnóstico neste momento.
A votação ocorre no âmbito do caso que apura a participação de supostos mandantes da morte de Marielle e do motorista Anderson Gomes, em 2018. O relator, ministro Alexandre de Moraes, sugeriu a condenação dos Brazão. Outros réus já debatidos no processo incluem ex-assessor, ex-PM e delegado ligados ao caso.
Ainda na pauta, resta o voto de três ministros da Turma: Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. Eles devem decidir sobre a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República, que aponta os Brazão como principais responsáveis.
Votos restantes
A Procuradoria-Geral da República apontou também outros envolvidos no planejamento do crime, como Robson Calixto, ex-assessor do TCE, Ronald Pereira, ex-PM, e Rivaldo Barbosa, delegado. A definição final dependerá das próximas votações na sessão.
A família de Anderson Gomes acompanha a sessão, incluindo a esposa do motorista. A presença de familiares reforça o caráter simbólico do julgamento, que discute responsabilidades dos supostos mandantes e desdobramentos legais.
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