- O governo britânico abriu uma consulta de três meses para ouvir pais e crianças sobre possível banir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos e sobre restrições a plataformas de jogos e chatbots de inteligência artificial.
- Entre as medidas em avaliação estão uma possível idade mínima para uso das redes sociais, proibições de recursos de design viciantes e horáários de uso noturno para menores de 16 anos.
- A iniciativa busca ampliar poderes de proteção às crianças além da Lei de Segurança Online, que já está em vigor há dois anos e meio.
- O governo pretende realizar pilotos com famílias e adolescentes para testar como as restrições poderiam funcionar na prática e analisar regras de verificação de idade para IA.
- Além disso, há propostas de regras mais rígidas para exigir a remoção de imagens íntimas não consensuais em até 48 horas, com multas de até 10% da receita global para as empresas.
Britain abriu uma consulta pública para ouvir pais e crianças sobre possível banimento de acesso às redes sociais para menores de 16 anos, bem como restrições em plataformas de jogos e em chatbots de inteligência artificial. A ideia é avaliar impactos na saúde mental e no sono.
O governo busca entender quem está envolvido, como poderiam funcionar regras e por que são necessários limites. A medida está alinhada com propostas de proteção a menores além da Lei de Segurança Online, em vigor há dois anos e meio.
A partir desta segunda-feira, a consulta terá duração de três meses e contará com pilotos envolvendo famílias e adolescentes para testar restrições em prática. Também serão avaliadas regras mais rígidas de verificação de idade.
REAL-WORLD Pilots and New Powers
A ministra da Tecnologia, Liz Kendall, destacou que pais e crianças devem contribuir para a consulta sobre como crianças podem prosperar na era tecnológica. O foco inclui limites para interações com chatbots de IA sem restrições.
O governo também estuda se crianças terão de utilizar verificações de idade mais robustas e como poderiam ser aplicadas. Medidas adicionais buscam reduzir o tempo de tela sem prejudicar o acesso à educação e à participação digital.
Separadamente, Londres prepara regras mais duras para remover imagens íntimas não consensuais em até 48 horas, com sanções podendo chegar a 10% da receita global das empresas.
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