- O presidente libertário Javier Milei disse, em discurso de abertura da nova sessão legislativa, que buscará redução de impostos e reforma do sistema tributário.
- Anunciou que seu governo promoverá outras reformas em 2026, consideradas essenciais.
- Entre as mudanças previstas, Milei citou alterações no sistema eleitoral e no código penal.
- Na sexta-feira, o Congresso aprovou reformas trabalhistas consideradas controversas por críticos, que alegam facilitar demissões.
- A vitória política vem após a expressiva performance de Milei nas eleições de meio mandato, realizadas em outubro.
O presidente argentino Javier Milei afirmou que o governo buscará reduzir impostos e reformar o sistema eleitoral, durante a abertura da nova sessão do Congresso, em Buenos Aires. A meta é avançar com mudanças estruturais já em 2026.
Milei informou que novas reformas também entrarão na agenda no próximo ano, com foco no código penal e em ajustes no funcionamento do sistema eleitoral. O objetivo, segundo ele, é ampliar a eficiência do governo e a previsibilidade econômica.
O contexto é recente: na sexta-feira, o Congresso aprovou reformas trabalhistas apoiadas pelo governo, consideradas capazes de facilitar demissões. A medida ocorreu após o desempenho do presidente nas eleições legislativas de outubro.
Reformas anunciadas para 2026
Além das mudanças no sistema eleitoral, Milei citou a continuidade das reformas tributárias como prioridade. A equipe econômica pretende simplificar tributos e ampliar a base de contribuintes, mantendo o objetivo de reduzir a carga total.
A intenção é sinalizar ao mercado e aos agentes econômicos que o foco é melhorar o ambiente de negócios no país. Segundo assessores, as medidas devem ser apresentadas em projetos de lei ao longo do ano.
Contexto político e desdobramentos
Analistas destacam que a aprovação das reformas trabalhistas fortaleceu a base de Milei no Congresso, influenciando o ritmo das propostas para 2026. Críticos, porém, avaliam impactos sobre direitos trabalhistas e emprego.
O governo sustenta que as mudanças legais são essenciais para a recuperação econômica. A expectativa é de que novos textos sejam encaminhados ao parlamento nos próximos meses, com discussões e possíveis ajustes.
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