- Camilo Santana afirmou que Geraldo Alckmin seria o vice ideal para Lula, mas que o PT deve buscar o MDB para ampliar o arco de alianças já no primeiro turno.
- A declaração ocorreu em Aracaju, Sergipe, pouco depois o MDB ter encaminhado à presidência um manifesto de neutralidade em relação à eleição.
- O MDB, liderado por Daniel Vilela, reúne dirigentes de 16 estados e pessoas ligadas à Fundação Ulysses Guimarães.
- Petistas tem discutido a possibilidade de oferecer a vice-presidência a emedebistas, com nomes citados incluindo Renan Filho e Helder Barbalho.
- Camilo Santana destacou que a decisão sobre alianças cabe ao MDB e que é preciso abrir espaço na chapa para outro partido.
Camilo Santana, ministro da Educação, disse à CartaCapital que não há vice melhor para Lula do que o atual presidente brasileiro, mas que o PT precisa ampliar o arco de alianças já no primeiro turno. A fala ocorreu durante agenda institucional em Aracaju, em Sergipe.
O ministro avaliou que Geraldo Alckmin tem atuado de forma destacada como ministro do Indústria e Comércio, mas reforçou a necessidade de dialogar com outros parceiros. Em seguida, destacou que o MDB é o partido mais próximo para ampliar a base de apoio da candidatura.
Caso o PT decida abrir espaço para aliados, Camilo afirmou que a aliança precisa considerar a inclusão de oponentes de outros estados. Foi citado que a ideia de oferecer a vice-presidência aos emedebistas vem sendo discutida entre correligionários, sem definir nomes no momento.
MDB defende neutralidade e reage a eventual apoio a Lula
Uma ala do MDB encaminhou à presidência do partido um manifesto que rejeita apoio direto a Lula e defende neutralidade na eleição. O movimento, liderado pelo vice-governador de Goiás, Daniel Vilela, reúne dirigentes de 16 estados e integrantes da Fundação Ulysses Guimarães.
Nos últimos dias, dirigentes petistas sinalizaram a possibilidade de indicar a vaga de vice para o MDB, com nomes cotados como o ministro dos Transportes, Renan Filho, e o governador do Pará, Helder Barbalho. Camilo Santana afirmou que a decisão sobre eventual aliança cabe ao MDB, e que o PT busca ampliar o arco de alianças caso haja acordo.
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