- Eduardo Bolsonaro pediu, em X, que a comunidade internacional participe das eleições de outubro, com observadores que atuem de forma preventiva para garantir auditoria e possível recontagem dos votos.
- O ex-deputado sugeriu que a participação internacional possa ajudar a assegurar a lisura do pleito e citou a possibilidade de mecanismos de recontagem.
- Também afirmou que há esperança de retorno da direita ao poder por meio de intervenção estrangeira dos Estados Unidos, associando o presidente Lula a um grupo de líderes “do pior do mundo”.
- Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo respondem a um processo no Supremo Tribunal Federal por suposta coação em processo judicial, relacionado a sanções impostas por Donald Trump ao Brasil.
- A Procuradoria-Geral da República sustenta que as medidas, incluindo coação para favorecer interesses de terceiros, teriam ligações com autoridades envolvidas em processos; no mesmo dia, os EUA imporam novas sanções a brasileiros e à esposa de Alexandre de Moraes, sob a Lei Magnitsky.
Eduardo Bolsonaro pediu nesta terça-feira, 3, nas redes, que a comunidade internacional acompanhe as eleições brasileiras de outubro. O ex-deputado afirmou que a presença de observadores internacionais com atuação preventiva garantiria a lisura do processo.
Segundo ele, é essencial que haja uma auditoria eficaz e até a possibilidade de uma recontagem de votos, para assegurar transparência nas eleições. A ideia começa com o monitoramento externo, segundo o ex-parlamentar.
O posicionamento foi divulgado no perfil de Eduardo no X, braço político do PL de São Paulo. O objetivo é ampliar a participação de organizações internacionais em momentos críticos do pleito.
Ele também citou a relação entre o atual presidente Lula e o que chama de regimes autoritários. O ex-deputado afirmou que, na visão dele, o apoio americano a intervenções passadas afasta o presidente brasileiro do consenso global.
Para completar, Eduardo sugeriu que a hora de Lula poderia chegar por meio de intervenções estrangeiras, sem detalhar mecanismos ou prazos. Alega haver precedentes de envolvimento internacional em processos eleitorais.
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Processo no STF
Eduardo Bolsonaro e o jornalista Paulo Figueiredo respondem a um inquérito no Supremo Tribunal Federal por suposta coação em processo judicial. A apuração envolve tensões entre autoridades brasileiras e Washington.
A denúncia partiu da Procuradoria-Geral da República, que aponta potencial coação para favorecer interesses de terceiros ligados a autoridades. O caso envolve decisões ligadas a ministros do STF.
Consta que o processo também envolve sanções aplicadas por parte dos EUA a autoridades brasileiras, incluindo medidas ligadas à Lei Magnitsky. A ação envolve ainda o Lex Instituto de Estudos Jurídicos, associado à família. Essas sanções foram impostas meses antes.
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