- Morre aos 78 anos o jornalista gallego Fernando Ónega, referência da crônica política espanhola e autor de livros como El termómetro de la vida, Puedo prometer y prometo, Juan Carlos I e Qué nos ha pasado, España.
- Ónega foi autor de grande parte dos discursos de Adolfo Suárez e dirigiu a imprensa da presidência do governo durante a Transição.
- Nascido em Mosteiro, Pol, Lugo, em 15 de junho de 1947, Ónega deixa três filhos, sendo Cristina e Sonsoles também jornalistas.
- A capela ardente estará aberta na quarta-feira, das 10h às 21h, na Casa de Galicia em Madrid (Retiro).
- Iniciou a carreira no El Progreso de Lugo e ganhou destaque em Madrid; publicou a crônica novelada Puedo Prometer y Prometo: Mis años con Adolfo Suárez (2013, Plaza y Janés).
O jornalista gallego Fernando Ónega, referência da crônica política espanhola, morreu nesta terça-feira aos 78 anos. Autor de obras como El termómetro de la vida e Puedo prometer y prometo, Ónega nasceu em Mosteiro, Pol, Lugo, em 15 de junho de 1947 e deixa três filhos, sendo Cristina e Sonsoles também jornalistas.
Ao longo da carreira, Ónega atuou como cronista político e chegou a dirigir a assessoria de imprensa da presidência do governo durante a gestão de Adolfo Suárez. Foi figura-chave na cobertura da Transição e tornou-se autor de diversos discursos do ex-primeiro-ministro.
Segundo informações da equipe da última publicação que fundou, o jornal 6, a capilla ardiente ficará aberta nesta quarta-feira, das 10h às 21h, na Casa de Galicia, em Madrid, no bairro Retiro. Ónega também ganhou notoriedade pela crônica novelada publicada em 2013.
Entre os livros, destacam-se títulos como Qué nos ha pasado, España e Juan Carlos I, que dialogam com o período marcado pela transição democrática espanhola. A obra Puedo Prometer y prometo relata parte da convivência com Suárez e o rei Juan Carlos I.
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