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2ª Turma do STF julga decisão que mandou prender Daniel Vorcaro

2ª Turma do STF julgará prisão preventiva de Daniel Vorcaro; votação no plenário virtual entre 13 e 20 de março, com risco de destruição de provas

Ministro André Mendonça em sessão plenária do STF. Foto: Gustavo Moreno/STF
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  • A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julgará a decisão que decretou a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master.
  • A análise será realizada no plenário virtual entre os dias 13 e 20 de março, conforme agendamento do presidente da turma, ministro Gilmar Mendes.
  • Além de Mendonça e Mendes, integram a turma os ministros Kassio Nunes Marques, Luiz Fux e Dias Toffoli; este último foi relator do caso Master, mas deixou a investigação após ser citado em arquivos do celular de Vorcaro.
  • O novo relator indicou manter a prisão de Vorcaro, do seu cunhado Fabiano Zettel e de outras duas pessoas na terceira fase da Operação Compliance Zero, citando risco de destruição de provas e influência sobre documentos sensíveis.
  • A defesa de Vorcaro afirma que ele não tentou obstruir as investigações e que colaborou com as apurações desde o início.

A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal vai analisar a decisão que decretou a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master. A análise ocorre no plenário virtual entre 13 e 20 de março, sob a presidência do ministro Gilmar Mendes.

Além de Mendonça e Mendes, integram a turma Kassio Nunes Marques, Luiz Fux e Dias Toffoli. Este último foi relator do caso Master, mas se afastou da investigação após ser citado em arquivos encontrados no celular de Vorcaro. Caberá ao ministro definir eventual impedimento para participar do julgamento.

O novo relator ordenou a prisão de Vorcaro, do cunhado dele, Fabiano Zettel, e de outras duas pessoas na terceira fase da Operação Compliance Zero. A defesa argumenta que a liberdade dos investigados comprometeria a apuração.

A Procuradoria Federal alerta para risco de destruição de provas e aponta indícios de monitoramento de autoridades e adversários por meio de uma milícia privada associada ao grupo. Mendonça manteve o argumento de que há risco concreto e de acesso a documentos sensíveis.

A defesa de Vorcaro sustenta que ele não tentou obstruir as investigações e que colaborou com o andamento do processo desde o início.

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