- A PGR não se manifestou sobre o pedido de prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
- O ministro André Mendonça autorizou as medidas solicitadas pela Polícia Federal após negar dilação de prazo.
- A decisão apontou que o prazo de 72 horas para análise era considerado impossível pelo titular da ação penal.
- O pedido envolve dez pessoas físicas e cinco pessoas jurídicas, com medidas drásticas e questões de alta complexidade, afetando direitos fundamentais.
- A PGR pediu que as providências aguardem a manifestação do titular da ação penal, que deve ser enviada no mais breve tempo possível.
A PGR não se manifestou sobre o pedido de prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, após a decisão do ministro André Mendonça que autorizou a operação de hoje. O caso envolve medidas de prisão e busca e apreensão.
Segundo a decisão, o pedido envolve dez pessoas físicas e cinco pessoas jurídicas, em um contexto de alta complexidade e com medidas cautelares de alcance relevante. A PGR alegou que o prazo de 72 horas era insuficiente para a análise.
A Procuradoria apontou que não havia indicação de perigo iminente suficiente para justificar uma análise tão rápida. Também afirmou que o encaminhamento dos autos à instituição não mostrava necessidade de atuação em tempo tão curto.
Mendonça negou a dilação de prazo solicitada e manteve as medidas requisitadas pela Polícia Federal, que autorizou a operação. A decisão mantém as medidas cautelares previstas no pedido.
O caso envolve Daniel Vorcaro, empresário ligado ao Banco Master, e minutos antes da decisão havia movimentação judicial relacionada ao suposto esquema investigado. O cenário aponta para desdobramentos nos próximos dias.
A PGR informou que deverá apresentar sua manifestação no mais breve tempo possível, após a análise do titular da ação penal. Não há, até o momento, conclusão sobre os próximos passos do processo.
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