- Luiz Phillipi Machado Moraes Mourão é alvo de nova fase da Operação Compliance Zero e responde a possível organização criminosa, lavagem de dinheiro e crimes contra a economia popular em Minas Gerais.
- O caso tramita desde 2021 na 5ª Vara Criminal da Comarca de Belo Horizonte, com Mourão apontado como chefe de crimes ligados à organização, em parceria com Bruno Correa Lopes.
- Familiares de Lopes e Mourão, incluindo madrasta, mãe e irmã de Mourão, também são investigados; o esquema era captar investimentos por meio de fraudes ou especulações que prejudicaram investidores.
- Relatório de inteligência aponta movimentação financeira atípica de 1,6 milhão de reais entre outubro de 2015 e junho de 2016, possivelmente originada de empréstimos ilegais.
- A operação foi deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira, 4, a pedido do ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça, sob suspeita de monitorar adversários de Daniel Vorcaro e planejar ações violentas contra desafetos do banqueiro.
Luiz Phillipi Machado Moraes Mourão, conhecido por ligações com Daniel Vorcaro, responde na Justiça de Minas Gerais pela possível prática de organização criminosa, lavagem de dinheiro e crimes contra a economia popular. O caso integra a nova fase da Operação Compliance Zero. A ação tramita na 5ª Vara Criminal de Belo Horizonte desde 2021.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, Mourão exercia posição de liderança nos crimes praticados pela organização criminosa, atuando em associação com Bruno Correa Lopes. Também são investigadas a madrasta, a mãe e a irmã de Mourão, no âmbito do esquema que atraía investimentos por meio de processos fraudulentos ou especulativos.
Relatórios de inteligência apontam movimentação financeira atípica de 1,6 milhão de reais entre outubro de 2015 e junho de 2016, possivelmente oriundos de empréstimos ilegais. Nesta quarta-feira, 4, a Polícia Federal deflagrou nova fase da operação, com Mourão sob suspeita de monitorar adversários de Vorcaro e planejar ações contra desafetos do ex-CEO do Banco Master, conforme apurado pela PF a pedido do STF.
Novo desdobramento da investigação
As investigações apontam que Mourão estaria ligado a atividades de monitoramento e de planejamento de ações contra rivais do empresário. As apurações também envolvem documentos e documentos financeiros que ajudam a esclarecer a estrutura da suposta organização criminosa. O caso permanece em andamento, sem conclusão anunciada.
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