Em Alta NotíciasConflitosPessoasAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

STF determina nova prisão de Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master

Prisão preventiva de Daniel Vorcaro é cumprida pela Polícia Federal; STF, com André Mendonça, amplia apurações sobre fraude no Banco Master e bloqueio de bens

Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master. Foto: Reprodução
0:00
Carregando...
0:00
  • O Supremo Tribunal Federal determinou a nova prisão de Daniel Vorcaro, ex-CEO do Master, em decisão assinada pelo ministro André Mendonça e cumprida pela Polícia Federal.
  • Mendonça foi sorteado como relator do caso após a saída de Dias Toffoli, que deixou a investigação após ter seu nome citado em arquivos no celular do banqueiro.
  • A Polícia Federal descreve esta como a terceira fase da Operação Compliance Zero, com quatro mandados de prisão preventiva e quinze de busca e apreensão, em São Paulo e em Minas Gerais.
  • A ordem envolve afastamento de cargos públicos, sequestro e bloqueio de bens de até 22 bilhões de reais; a lista de alvos ainda não foi divulgada.
  • A investigação foca em possíveis crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, atribuídos a uma organização criminosa; a defesa de Vorcaro ainda não se pronunciou.

Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master, voltou a ser preso nesta quarta-feira 4. A ordem partiu do ministro André Mendonça, do STF, e foi cumprida por agentes da Polícia Federal. A prisão integra a terceira fase da Operação Compliance Zero, segundo a PF.

A decisão de Mendonça ocorreu após a saída de Dias Toffoli da relatoria do caso. Segundo a PF, a nova fase investiga suposta fraude financeira ligada ao banco liquidado, com foco em possível prática de crimes como ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos.

A PF informou que foram requisitados quatro mandados de prisão preventiva e 15 de busca e apreensão, em ações realizadas em São Paulo e Minas Gerais. O afastamento de cargos públicos e o sequestro de bens podem chegar a até 22 bilhões de reais. A lista de alvos não foi divulgada.

Vorcaro já havia sido detido no ano passado por suspeitas de fraudes no Master, após o banco ser liquidado pelo Banco Central. Ele ficou 11 dias preso e teve medidas cautelares, como tornozeleira eletrônica, mantidas após a soltura.

As investigações, segundo a PF, continuam centradas na apuração de esquema criminoso envolvendo fraude financeira associada ao banco. A defesa de Vorcaro não respondeu à CartaCapital até o momento.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais