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EUA preparam regras para contratos de IA após impasse com Anthropic

GSA propõe licença irrevogável para uso de IA pelo governo em contratos civis, cobrindo todos os fins legais, após impasse com Anthropic

Ameaça da inteligência artificial de substituir o trabalho humano gera insegurança — Foto: Noah Berger/AP Images/picture alliance
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  • EUA preparam novas regras de contratação de IA, elaboradas pela Administração de Serviços Gerais (GSA), que valerão para contratos civis.
  • Segundo o rascunho, empresas devem ceder licença irrevogável aos EUA para uso de seus sistemas de IA em todos os fins legais.
  • a medida surge após impasse entre o Pentágono e a Anthropic, que teve suas tecnologias proibidas para projetos das Forças Armadas.
  • a proposta acompanha esforço para reforçar regras de contratação de serviços de IA e dialoga com medidas estudadas para contratos militares.
  • o texto também exige que empresas informem se seus modelos foram modificados para cumprir regulações federais fora dos EUA e não incorporem julgamentos partidários nas respostas.

Os Estados Unidos preparam novas regras para contratos de IA que obrigariam empresas a permitir uso legal de seus modelos pelo governo, conforme uma reportagem do Financial Times. A medida envolve licenças irrevogáveis para fins governamentais.

As diretrizes, elaboradas pela Administração de Serviços Gerais (GSA), valeriam para contratos civis. O objetivo é reforçar as regras de contratação de serviços de IA pelo governo federal.

Contexto: impasse com Anthropic, fornecedor de IA. O Pentágono classificou a empresa como risco para a cadeia de suprimentos e proibiu que contratadas usem sua tecnologia em atividades para as Forças Armadas.

Segundo o rascunho, as empresas contratadas não poderão codificar julgamentos partidários ou ideológicos nas respostas dos sistemas de IA. A proibição visa neutralidade dos resultados.

Outro ponto prevê que as companhias informem se modelos foram modificados para atender padrões de conformidade régios fora dos EUA ou de entidades privadas, conforme reportado pelo Financial Times.

Essas regras fazem parte de um esforço mais amplo para padronizar contratos de IA e alinhar as práticas do governo com tecnologias emergentes, mantendo controles sobre uso e conformidade.

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