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Flávio Bolsonaro mira nova reforma da Previdência e retomar pauta trabalhista

Coordenador afirma que governo de Flávio Bolsonaro manterá nova reforma da Previdência e revisão da trabalhista, com diretrizes apresentadas em 30 de março

Coordenador da campanha, Rogério Marinho diz que modelo atual da Previdência "está estourando" e terá de ser reformada. (Foto: André Borges/EFE)
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  • O coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho, afirmou que, em caso de governo, haverá nova reforma da Previdência e mudanças na legislação trabalhista; as diretrizes serão apresentadas no dia 30 de março.
  • O plano abrangerá propostas de economia, educação, segurança hídrica e políticas voltadas às terras indígenas.
  • Marinho destacou que Previdência e legislação trabalhista serão centrais na campanha, dizendo que o sistema atual apresenta dificuldades estruturais.
  • A reforma trabalhista de 2017 é citada como alvo de revisões, com atualização necessária para acompanhar inovações tecnológicas e novas formas de trabalho; o debate sobre a jornada 6×1 também será discutido.
  • O coordenador sugeriu uma nova regra fiscal e afirmou que o arcabouço atual é falho, mencionando a possível desoneração da folha para facilitar mudanças e maior flexibilidade orçamentária.

O senador Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, afirmou que, em um eventual governo do deputado, haverá uma nova reforma da Previdência e retomadas nas mudanças da legislação trabalhista. As diretrizes do plano serão apresentadas no dia 30 de março, incluindo propostas para economia, educação, segurança hídrica e políticas voltadas às terras indígenas.

Marinho não detalhou os pontos, mas enfatizou que Previdência e legislação trabalhista serão temas centrais da campanha. Segundo ele, o sistema previdenciário enfrenta dificuldades estruturais que exigem mudanças. O senador também concedeu entrevista à Folha de S. Paulo.

Ele apontou que as mudanças tecnológicas do mercado de trabalho devem ser incorporadas à reforma trabalhista, que não acompanhou as inovações desde 2017. A atualização é apresentada como requisito para acompanhar o setor produtivo.

Sobre a jornada de trabalho 6×1, o coordenador afirmou que o tema será debatido, mas que o PL ainda não fechou posição. Ele defendeu que qualquer mudança venha com compensações às empresas, como desoneração da folha.

Planos econômicos e fiscais

Marinho indicou que o eventual governo pretende propor uma nova regra fiscal. Segundo ele, o arcabouço atual não atende mais às necessidades, descrevendo-o como uma peneira. A avaliação é de que a política fiscal expansionista contribui para juros elevados no país.

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