- O governo informou a prisão de cinco mil, duzentas e 38 pessoas em duas operações contra violência a mulheres e meninas, incluindo prisões em flagrante e de quem tinha mandado de prisão aberto.
- Na Operação Mulher Segura, realizada entre 19 de fevereiro e 5 de março, houve 3.199 prisões em flagrante e 1.737 cumprimentos de mandados, com 38.564 policiais mobilizados, 42.339 diligências e atendimento a 24.337 vítimas em 2.050 cidades, com investimento de R$ 2,6 milhões em diárias.
- A segunda operação, Alerta Lilás, foi realizada pela Polícia Rodoviária Federal entre 9 de fevereiro e 5 de março e resultou em 302 prisões.
- As ações fazem parte do Pacto Brasil entre os Três Poderes para enfrentamento do feminicídio, que inclui mutirões nacionais, fortalecimento da rede de acolhimento e melhoria das medidas protetivas.
- A Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 oferece orientação, informações sobre serviços, encaminhamentos de denúncias e pode ser acionada via WhatsApp (61) 9610-0180; em emergências, ligue 190.
O governo federal informou que prisões ligadas ao combate à violência contra a mulher alcançaram 5.238 em duas operações distintas. O anúncio foi feito na sexta-feira (6).
A Operação Mulher Segura, coordenada pelo Ministério da Justiça, ocorreu entre 19 de fevereiro e 5 de março. Ao todo, houve 3.199 prisões em flagrante e 1.737 detidos com mandados de prisão por descumprimento de Medidas Protetivas de Urgência.
De acordo com o ministério, 38.564 policiais participaram, foram feitas 42.339 diligências e 24.337 vítimas foram atendidas em 2.050 cidades. O governo informou também investimento de R$ 2,6 milhões em diárias para os policiais envolvidos.
Operações e alcance
A segunda iniciativa, Alerta Lilás, foi realizada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) entre 9 de fevereiro e 5 de março, com foco em rodovias federais. Resultou em 302 prisões, entre flagrantes de crimes contra mulheres e cumprimento de mandados.
As ações integram o Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio, criado para ampliar a prevenção, fortalecer a proteção às vítimas e responsabilizar agressores. O plano prevê mutirões nacionais, amplo monitoramento de medidas protetivas e integração entre órgãos.
Outras metas incluem criar um Centro Integrado Mulher Segura para monitoramento de dados, unidades móveis de atendimento e ampliação da rede de acolhimento. Também está prevista a melhoria do atendimento via Central 180, que orienta leis, serviços e encaminhamentos.
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