- O ministro Dias Toffoli declarou-se suspeito para julgar a decisão sobre a prisão de Daniel Vorcaro, determinada pelo ministro André Mendonça.
- A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal deve decidir nesta sexta-feira se refere a prisão do banqueiro.
- Toffoli alegou foro íntimo e pediu afastamento a partir da fase atual, citando o Mandado de Segurança nº 40.791/DF e a relação com a Petição nº 15.556/DF.
- Cristiano Zanin foi escolhido como relator após a saída de Toffoli da relatoria; Toffoli já havia se declarado suspeito em relação a investigações anteriores do Master.
- A Segunda Turma é composta pelos ministros André Mendonça, Luiz Fux, Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes e, com Toffoli fora, o presidente Gilmar Mendes e o relator Mendonça devem ser notificados da decisão.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, declarou-se suspeito para julgar a decisão que levou à prisão do banqueiro Daniel Vorcaro. A Segunda Turma vai decidir nesta sexta-feira (13) se mantém ou não a prisão decretada pelo ministro André Mendonça.
Toffoli informou que mantém a suspeição por foro íntimo nos autos do Mandado de Segurança nº 40.791/DF e em relação ao processo Pet nº 15.556/DF. A declaração ocorreu após ele ser sorteado para relatar o pedido de instalação de uma CPI do Master.
Mais cedo, Toffoli já havia se declarado suspeito ao ser sorteado para relatar o pedido de instalação da CPI do Master. Com a saída dele, Cristiano Zanin foi escolhido como relator. Toffoli foi o primeiro a atuar no caso, mas deixou a relatoria após vir à tona a relação de uma empresa ligada à sua família com o banco.
Contexto institucional
O ministro Gilmar Mendes, presidente da Segunda Turma, e o relator do caso, André Mendonça, devem ser notificados da decisão. Além deles, compõem o colegiado os ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques, somando-se a Toffoli, Mendonça e Mendes.
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