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Flávio Bolsonaro afirma que negar prisão domiciliar é brincar com a vida do pai

Flávio Bolsonaro defende prisão domiciliar humanitária para Jair Bolsonaro após internação por broncopneumonia, afirmando que negar é brincar com a vida do pai

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) conversa com jornalistas. (Foto: André Borges / EFE)
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  • Flávio Bolsonaro pediu prisão domiciliar humanitária para o pai após a internação por broncopneumonia em Brasília.
  • Ele disse que negar a prisão em casa é “brincar” com a vida do pai e pediu que se cumpra a lei.
  • Jair Bolsonaro acordou com calafrios e sudorese, foi transferido da cadeia Papudinha para o Hospital DF Star.
  • O ex-presidente está preso desde 15 de janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar, cumprindo pena de 27 anos e três meses determinada pelo STF.
  • Bolsonaro tem histórico de problemas de saúde desde 2018, quando foi esfaqueado, passando por várias internações e cirurgias devido a aderências, hérnias e dor abdominal.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a pedir prisão domiciliar humanitária para o pai, Jair Bolsonaro, após a internação do ex-presidente por broncopneumonia em Brasília. Segundo Flávio, manter a negativa de cumprir a pena em casa seria uma violação da vida dele, e a família tem direito a cuidado permanente.

O parlamentar afirmou que o atual quadro de saúde do pai é um indicativo de que a domiciliar humanitária seria adequada para garantir monitoramento médico próximo e participação da família no acompanhamento, sem expor o ex-presidente a riscos desnecessários.

Jair Bolsonaro está preso desde o dia 15 de janeiro nas instalações do 19º Batalhão de Polícia Militar, conhecido como Papudinha, no Complexo Penitenciário da Papuda, para cumprir a pena de 27 anos e três meses determinada pela Primeira Turma do STF.

Na madrugada desta sexta-feira (13), Bolsonaro acordou com calafrios e sudorese. Ele foi transferido da Papudinha para o Hospital DF Star após apresentar febre alta, queda de oxigenação, sudorese e mal-estar, segundo o boletim médico divulgado pelo hospital.

O histórico de saúde de Bolsonaro é marcado por complicações decorrentes do atentado de Juiz de Fora, em 2018, quando foi esfaqueado durante a campanha. O episódio resultou em perfurações abdominais, cirurgias de emergência e várias internações subsequentes.

Desde então, o ex-presidente tem enfrentado episódios de obstrução intestinal, hérnias e dores abdominais, ligados às aderências formadas após as diversas cirurgias. Esses problemas levaram a novas intervenções médicas ao longo de anos seguintes.

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