- A professora Isabela Kalil critica o governo Lula por subestimar a força do bolsonarismo, especialmente em São Paulo, maior colégio eleitoral.
- Flávio Bolsonaro se consolida como nome forte da oposição, segundo pesquisas recentes da Quest, mudando o cenário para 2026.
- O governo esperava enfrentar Tarcísio de Freitas como principal adversário, mas o crescimento de Flávio indica vigor do bolsonarismo mesmo após Jair Bolsonaro.
- Kalil afirma que a candidatura de Flávio não é voo de galinha e aponta que o governo precisa de novas estratégias, inclusive sobre neutralizar Tarcísio em São Paulo para favorecer Lula.
A professora e antropóloga Isabela Kalil criticou a estratégia do governo Lula para 2026, afirmando que houve subestimação da força do bolsonarismo, especialmente em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país. Ela afirmou que Flávio Bolsonaro se consolidou como nome relevante da oposição, segundo pesquisas recentes.
Kalil disse que não via um cenário com “céu azul” para o governo, apontando a subestimação da candidatura de Flávio Bolsonaro como erro. Segundo ela, o bolsonarismo não seria apenas um ventinho, e sim uma força que se mantém após o mandato de Jair Bolsonaro.
Para a análise, o governo federal esperava enfrentar Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, como principal adversário. O crescimento de Flávio Bolsonaro mudou o panorama e indicou vigor da oposição, segundo a pesquisadora.
Conjuntura em São Paulo
Ela sustenta que a candidatura de Flávio não deve ser tratada como voo de galinha e exige reposicionamento do governo federal diante do cenário atual. A oposição, conforme Kalil, apresenta desafios maiores do que os previstos.
Kalil aponta ainda que há uma tentativa indireta de neutralizar Tarcísio em São Paulo para abrir espaço a Lula, porém o fortalecimento de Flávio complica a estratégia de 2026. O tema, segundo ela, envolve o papel de SP no pleito.
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