- O deputado Otoni de Paula afirmou que não votou na eleição da Comissão da Mulher, realizada na terça-feira (15).
- Ele disse que estava na Câmara, mas não participou do processo de votação nem exerceu seu direito.
- A versão difundida nas redes sociais de que ele teria votado para eleger Erika Hilton foi considerada falsa.
- A eleição resultou na eleição de Erika Hilton (PSOL) para a presidência da Comissão da Mulher, gerando polêmica nas redes e entre lideranças evangélicas.
- Otoni de Paula destacou que permanece respeitando as lideranças evangélicas e as instituições, defendendo atuação pautada pela democracia.
O deputado Otoni de Paula rebateu acusações de ter votado na eleição da Comissão da Mulher, que resultou na escolha de Erika Hilton para a presidência do colegiado. Ele afirmou que não participou do voto e contestou a versão que circulou nas redes sociais, associada a polêmica entre lideranças evangélicas.
Segundo Otoni, o processo ocorreu na terça-feira (15) e ele estava na Câmara, mas não exerceu seu direito de voto. Ele reiterou que a narrativa de que teria votado em Hilton é falsa e não corresponde aos registros do plenário.
O deputado também ressaltou seu compromisso com o respeito às lideranças evangélicas e com a democracia. Disse que não apoia conflitos ou polêmicas geradas de forma injustificada, reforçando uma atuação pautada pela instituição.
A eleição da Comissão da Mulher é considerada relevante, pois trata de direitos das mulheres e de igualdade de gênero. A decisão de Hilton foi recebida como vitória de setores progressistas na Câmara.
Além disso, Otoni de Paula enfatizou que continuará atuando de forma transparente, sem permitir que acusações infundadas manchem sua imagem. Ele reafirmou o compromisso com as instituições.
A Câmara dos Deputados permanece como o espaço de debate e fiscalização do Executivo. A eleição do colegiado sobre direitos das mulheres segue como tema de atenção na Casa.
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