- Bolsonaro segue internado na UTI do hospital DF Star, em Brasília, sem previsão de alta.
- Boletim aponta melhoria clínica e laboratorial nas últimas 24 horas, com nova queda nos marcadores inflamatórios e resposta aos antibióticos.
- Ele continua recebendo tratamento intravenoso; ontem foi transferido para uma nova acomodação em terapia intensiva.
- Exames indicaram broncopneumonia bacteriana bilateral com provável origem aspirativa, após queda de saturação de oxigênio na internação de sexta-feira.
- Defesa pediu novamente prisão domiciliar humanitária ao STF, com monitoramento eletrônico; senador Flávio Bolsonaro integrou a equipe, e o pedido vai a Alexandre de Moraes, que já havia negado a domiciliar.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece internado no hospital DF Star, em Brasília, com evolução clínica positiva, segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira. Não há previsão de alta da unidade de terapia intensiva, de acordo com o documento.
Bolsonaro segue recebendo tratamento intravenoso com antibióticos. O boletim aponta melhora clínica e queda nos marcadores inflamatórios nas últimas 24 horas. Ontem, ele foi transferido para uma nova acomodação na UTI, ainda segundo o relatório.
O estado do paciente envolve broncopneumonia bacteriana bilateral, possivelmente de origem aspirativa, conforme avaliação médica. A condição levou à internação na sexta-feira, após mal-estar na região da Papudinha, onde cumpre pena de 27 anos.
Historicamente, o quadro foi monitorado desde a internação em 13 de março, quando houve queda na saturação de oxigênio e início de antibióticos intravenosos. Em 14 de março, houve estabilidade, com piora renal e elevação de marcadores inflamatórios. Em 15 de março, houve melhora renal, mas novos aumentos inflamatórios, levando a ampliação da cobertura antibiótica. Em 16 de março, houve recuperação renal e redução parcial dos marcadores.
A defesa de Bolsonaro voltou a pedir ao STF a prisão domiciliar humanitária, justificando risco progressivo à saúde caso permaneça preso. A solicitação aponta necessidade de monitoramento eletrônico e restrições específicas.
Além disso, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) integra a equipe de defesa e assinou a petição, passando a ter direito de visitar o pai na unidade. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, que já havia negado a domiciliar no início do mês, citando boa condição de saúde e a estrutura médica disponível.
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