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Quase metade dos eleitores pode ainda mudar voto, diz Quaest

Quase metade pode mudar o voto até outubro; jovens são mais indecisos e Lula/Flávio mostram maior firmeza entre seus eleitores

Por enquanto, eleitores de Lula estão mais decididos sobre o voto em outubro. (Foto: Roberto Jayme/TSE)
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  • Em pesquisa da Quaest, 56% dos eleitores dizem que a escolha para presidente já é definitiva; 43% ainda podem mudar até outubro de 2026.
  • Entre Lula e Flávio Bolsonaro, 67% dos apoiadores de Lula afirmam voto definido, e 31% podem mudar; para Flávio, 63% têm voto definido e 36% podem mudar.
  • Entre os demais candidatos, a propensão a mudar é maior: Ratinho Junior 56%, Romeu Zema 67% e Aldo Rebelo 74% ainda podem alterar a escolha.
  • Homens seguem mais decididos (62%), enquanto mulheres mostram 49% de definição; jovens entre 16 e 34 anos são os mais propensos a mudar (52%).
  • Amostra: 2.004 pessoas, pesquisadas entre 6 e 9 de março, com margem de erro de 2 pontos percentuais; pesquisa contratada pelo Banco Genial S.A. e registrada no TSE (BR-05809/2026).

Quase metade do eleitorado ainda pode mudar o voto para presidente em 2026, aponta recorte inédito da Quaest divulgado na última semana. A pesquisa foi realizada entre 6 e 9 de março com 2.004 pessoas e tem margem de erro de 2 pontos percentuais.

Segundo o levantamento, 56% dos entrevistados disseram que a escolha é definitiva, enquanto 43% afirmaram que ainda podem mudar até outubro. O estudo traz nuances por candidato e perfil demográfico.

Entre os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva, 67% consideram o voto definitivo e 31% podem mudar. Já entre quem apoia Flávio Bolsonaro, 63% estão decididos, e 36% podem deixar de votar nele.

Entre os demais potenciais candidatos, a proporção de indecisos é maior: Renan Santos (41%), Ratinho Júnior (56%), Romeu Zema (67%) e Aldo Rebelo (74%).

Homens aparecem mais decididos que mulheres, com 62% de decisão tarifada. Entre as mulheres, 49% disseram ter voto definido. A variação por faixa etária também aparece: jovens de 16 a 34 anos têm 52% de possibilidade de mudança.

A pesquisa mostra que a idade mais nova é o grupo mais alterável no voto. Entre 35 e 59 anos, o índice cai para 40%, e entre 60 anos ou mais é de 38%.

Na segmentação por renda, 47% dos entrevistados com rendimento de dois a cinco salários mínimos podem mudar. Entre quem recebe acima de cinco salários, 43% podem mudar; até dois salários, 38% não consideram a decisão definitiva.

Metodologia: o estudo foi contratado pelo Banco Genial S.A. e registrou margem de erro de 2 pontos, com confiança de 95% e registro no TSE BR-05809/2026.

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