- O ministro Dias Toffoli rejeita licença ou afastamento do STF e mantém a rotina no tribunal, com contatos muito restritos.
- A relação dele com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva permanece tensa há muito tempo.
- Toffoli não abre espaço para debater a hipótese de afastamento ou licença, seja por motivos de saúde ou outros motivos.
- Segundo a colunista Daniela Lima, aliados chegaram a tentar convencê-lo a tirar licença, mas ele descartou a ideia.
- Interlocutores próximos passaram a conversar com o Palácio do Planalto, e a cobrança por mudanças na relação com Lula é destacada.
Dias Toffoli não cogita licença ou afastamento do Supremo Tribunal Federal, apesar da pressão de aliados. A information foi divulgada pela colunista Daniela Lima, no UOL News – 2ª edição, canal UOL. O ministro permanece atuando no STF e restringe contatos.
Segundo a apuração, o ministro mantém a rotina no tribunal e evita discussões sobre saída ou licença, mesmo com o ambiente político desfavorável e isolamento de palanque. A leitura aponta resistência a qualquer hipótese de afastamento.
A reportagem aponta que a pressão partiu de interlocutores próximos ao ministro, que teriam feito a abordagem inicialmente para licença médica, sem que Toffoli aceitasse. O cenário envolve tensões com o Palácio do Planalto.
Contexto político e atuação no STF
Ainda segundo a coluna, Toffoli tem se mantido reservado e pouco acessível a interlocutores. A relação entre o presidente Lula e o ministro é descrita como distante e marcada por desentendimentos que já vêm de longa data.
A divulgação ressalta que, embora Lula tenha indicado Toffoli, o presidente se sentiu ultrajado em momentos recentes, ampliando o atrito institucional. A reportagem não aponta novas reuniões ou decisões sobre o tema.
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