- O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que há uma “farra da corrupção” e que lutará para mudar o “sistema” durante entrevista à rádio Itatiaia.
- Zema disse que o Brasil precisa tratar todos igualmente e que ninguém está acima da lei, acusando o retorno do que chamou de “sistema perverso” que teria voltado com o PT.
- Ele renunciou ao governo de Minas Gerais no domingo, 22, para ficar livre para a disputa presidencial; o vice-governador Mateus Simões (PSD) assumiu o cargo.
- A saída ocorre próximo ao prazo legal para políticos que desejam disputar as eleições se desincompatibilizarem de cargos públicos, com a data-limite definida em 4 de abril.
- Zema já havia anunciado, em agosto de 2025, sua pré-candidatura à Presidência pelo Novo.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) acusou o que chamou de “farra da corrupção” e afirmou que vai lutar para mudar o que vê como um sistema político inadequado. A declaração foi dada em entrevista à rádio Itatiaia nesta segunda-feira (23).
Zema afirmou que o Brasil precisa tratar todos de forma igual e que ninguém está acima da lei. Segundo suas palavras, é necessário combater um sistema que estaria presente no cenário político desde a volta dos mesmos grupos ao poder, citando o PT como referência.
O posicionamento acontece pouco após Zema ter renunciado ao cargo de governador de Minas Gerais no domingo (22), para se dedicar à pré-campanha presidencial. O vice-governador Mateus Simões (PSD) assumiu o governo local.
A decisão de abrir mão do governo mineiro ocorre dentro do calendário eleitoral, pois a legislação estabelece que políticos que pretendem disputar as eleições devem se desincompatibilizar até abril. A data limite para desligamento deste ano é 4 de abril.
Zema anunciou, desde agosto de 2025, a sua pré-candidatura à Presidência pelo Novo. A carreira política do ex-governador segue o foco na construção de estratégias para o pleito nacional, conforme informou em divulgações anteriores.
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