- Flávio Bolsonaro afirmou que a doação à campanha de Jair Bolsonaro ligada a Fabiano Zettel ocorreu sem vinculação, sem contrapartida e sem contato pessoal.
- O senador disse que há uma narrativa falsa tentando ligar Bolsonaro ao caso do Banco Master e que a equipe de compliance apenas verificava se os doadores tinham antecedentes criminais.
- Em entrevista, Flávio criticou o governo atual, afirmando que haveria agendas não públicas que vieram a público posteriormente, com a presença do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.
- Ele revelou que pediu aditamento a uma CPI já assinada para ampliar o escopo do Banco Master, buscando convocar Gabriel Galípolo, Fernando Haddad, Augusto Lima e Rui Costa.
- O senador afirmou que a investigação deve esclarecer os fatos e disse que “a conta do Banco Master está longe de chegar perto da direita”, defendendo medidas investigativas.
Em entrevista à CNN 360º, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que a doação ligada a Fabiano Zettel, cunhado do empresário Daniel Vorcaro, ocorreu sem qualquer vinculação, contrapartida ou contato pessoal com a campanha de Jair Bolsonaro. O senador negou associações no caso do Banco Master e destacou que a equipe de compliance apenas verificava a idoneidade dos doadores.
Flávio Bolsonaro afirmou que há uma narrativa tentando ligar Jair Bolsonaro ao episódio envolvendo o Banco Master. Segundo ele, diversas pessoas fizeram doações para a campanha, e o trabalho de compliance visava apenas evitar vínculos criminais ou impactos eleitorais negativos.
Apesar disso, o senador criticou o governo atual ao mencionar agendas com o então presidente Lula, que, segundo ele, não foram divulgadas de forma aberta. Ele afirmou que tais reuniões teriam ocorrido antes de se tornarem públicas, com participação de figuras como o presidente do Banco Central, Galípolo.
Ampliação da CPI e convocação de novos nomes
Flávio Bolsonaro disse ter apresentado um aditamento à CPI do Banco Master para ampliar o escopo, visando convocar Gabriel Galípolo, Fernando Haddad, Augusto Lima e Rui Costa. O objetivo, segundo ele, é esclarecer os fatos relacionados ao caso e apurar responsabilidades.
Em defesa da investigação, o senador afirmou que a atuação da CPI deve acompanhar todos os desdobramentos relevantes. Ele reiterou que sustenta que quem tenha cometido crimes deve responder pelos atos, sem apontar responsabilidades sem comprovação.
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