- Nova lei permite a venda de medicamentos em áreas delimitadas dentro de supermercados, com presença obrigatória de farmacêuticos.
- Farmácias e drogarias podem ser instaladas nesses espaços; o projeto prevê consultório farmacêutico, assistência farmacêutica e cuidado da saúde da população.
- O presidente do Conselho Federal de Farmácia diz que a medida busca evitar a banalização da venda de remédios.
- A mudança facilita o acesso aos medicamentos com orientação profissional no local.
- Há alerta sobre automedicação: se medicamentos forem expostos de forma inadequada, há risco de venda em feiras ou praças, prejudicando farmacêuticos e a sociedade.
O governo sancionou uma nova lei que permite a venda de medicamentos em supermercados no Brasil. A regra autoriza a instalação de farmácias e drogarias em áreas delimitadas dentro de supermercados, com a presença obrigatória de farmacêuticos. A sanção ocorreu nesta semana, em março de 2026.
Quem acompanha o tema é o Conselho Federal de Farmácia. O presidente Walter Jorge João afirma que a medida faz parte de um esforço para evitar a banalização da venda de remédios. Segundo ele, a novidade é permitir a instalação da farmácia dentro da área do supermercado, mantendo o atendimento supervisionado.
A proposta também prevê consultório farmacêutico, assistência farmacêutica e cuidado com a saúde da população. O dirigente ressalta os riscos da automedicação, alertando para a possibilidade de remédios serem expostos de forma inadequada. Ele cita impactos negativos para a prática farmacêutica e para a sociedade.
Riscos da automedicação
- Abertura para uso inadequado de medicamentos sem orientação profissional.
- Potenciais incidentes de saúde decorrentes de compras impulsivas.
- Necessidade de fiscalização para evitar desvios na venda de remédios.
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