- Eduardo Leite afirmou que não deixará o governo do Rio Grande do Sul para concorrer ao Senado ou à vice-presidência; só deixará o mandato para liderar um projeto eleitoral presidencial.
- A declaração foi dada em entrevista ao Bastidores CNN na quarta-feira, 25, enfatizando que a saída do governo só ocorreria para a disputa presidencial.
- O governador ressaltou que a eleição de 2022 foi a mais importante até agora, tornando-se o primeiro governador reeleito do Rio Grande do Sul, e afirmou que deixará o mandato apenas para enfrentar uma eleição “ainda mais importante”.
- Leite defendeu uma candidatura de centro, criticando a polarização atual e defendendo discutir questões como contas públicas, juros altos e segurança pública com seriedade.
- Ele afirmou que pretende conversar com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, e outras lideranças para viabilizar um projeto presidencial de centro e ampliar as opções eleitorais.
Eduardo Leite afirmou que deixará o mandato de governador do Rio Grande do Sul apenas para disputar a Presidência da República. Em entrevista ao Bastidores CNN, ele disse que não deixará o governo para concorrer ao Senado ou para vice-presidência.
O governador gaúcho explicou que sua saída ocorreria somente se houver uma candidatura presidencial, destacando que a eleição de 2022 foi decisiva, pois o Rio Grande do Sul elegeu um governador reeleito pela primeira vez na história.
Leite ressaltou que a próxima eleição presidencial definirá a forma de fazer política e o Brasil escolhido pela população. Ele afirmou que a decisão de deixar o cargo depende de liderar um projeto eleitoral relevante.
Quanto ao cenário político, o governador criticou a polarização e defendeu uma alternativa de centro para as próximas eleições. Segundo ele, há medo entre eleitores quanto a continuidade de governos atuais.
Ele apontou problemas como contas públicas, altas taxas de juros e segurança pública, dizendo que é preciso discutir soluções com seriedade e fortalecer as instituições para evitar repetição de crises.
Leite mencionou a intenção de conversar com o presidente do PSD, Gilberto Kassab, e outros líderes sobre a viabilidade de liderar um projeto presidencial. O objetivo, segundo ele, é oferecer uma opção de centro responsável.
O governador afirmou ainda que busca uma candidatura que não se restringa a margens partidárias, defendendo uma aposta que equilibre responsabilidade e futuro do país.
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