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Lula afirma que o Estado deve garantir acesso a medicamentos

Lula diz que acesso a medicamentos é medida de salvação de vidas; Farmácia Popular oferece 41 remédios de uso contínuo e é direito humanitário

Anápolis (GO), 26/03/2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita às instalações da Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica – Grupo Hypera. Foto: Ricardo Stuckert/PR
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que investir em políticas públicas para garantir o acesso a medicamentos não é gasto, e sim medida para salvar vidas, durante visita ao complexo industrial Brainfarma, em Anápolis (GO), nesta quinta-feira (26).
  • Lula destacou que a Farmácia Popular é uma política pública criada para assegurar o acesso a remédios essenciais, considerado um direito humanitário fundamental.
  • Ele disse que, se a pessoa não pode comprar, o Estado tem a obrigação de garantir esse direito e não vê limite de investimento para salvar vidas.
  • O presidente ressaltou que o programa garante 41 remédios de uso contínuo, e que há medicações disponíveis que, no mercado, podem custar até R$ 1 milhão.
  • A declaração ocorreu durante a visita ao complexo industrial da Brainfarma em Anápolis.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que investir em políticas públicas para garantir acesso a medicamentos não é gasto, e sim uma medida para salvar vidas. A declaração foi feita nesta quinta-feira, 26, durante visita ao complexo industrial da Brainfarma, em Anápolis (GO).

Lula reforçou que o programa Farmácia Popular é uma política pública criada para assegurar o acesso a medicamentos essenciais, considerado um direito humano fundamental. Ele destacou a obrigação do Estado de viabilizar esse direito quando as pessoas não podem adquirir os remédios.

O presidente recordou o passado em que pessoas pobres dependiam de receitas para comprar remédios, muitas vezes sem conseguir dinheiro para quitar o tratamento. Segundo ele, o financiamento público evita mortes por falta de remédios.

Lula afirmou que o programa varia o custo para o usuário e que o investimento público nessa área é prioritário. Ele citou que o Farmácia Popular utiliza 41 remédios de uso contínuo para a população.

Ao anunciar a importância da medida, o presidente ressaltou que há medicamentos disponibilizados que, no mercado, podem custar até R$ 1 milhão. A observação tem como objetivo evidenciar a diferença entre custo privado e acesso público.

A visita ocorreu no contexto de dialogar sobre políticas de saúde pública, com foco na ampliação do acesso a medicamentos essenciais para diferentes faixas da população. A audiência acompanhou o discurso sobre o papel do Estado na garantia de direitos.

Fontes oficiais indicam que o Farmácia Popular continua a oferecer remédios com subsídios governamentais, mantendo a rede de distribuição com foco em regiões onde há maior demanda por tratamento contínuo.

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