- Geraldo Alckmin afirmou que deixará o Ministério da Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços até o dia 4 de abril.
- A decisão foi anunciada durante transmissão ao vivo no canal oficial do Jornal da Record no YouTube.
- Segundo ele, a saída aconteceu após conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pediu a permanência até a data.
- O ex-governador citou motivos pessoais e disse que continuará contribuindo com o governo de outras formas.
- Alckmin foi nomeado ministro em janeiro, após deixar o PSDB e se filiar ao PSB, e ressalta avanços na área econômica durante a gestão.
Geraldo Alckmin informou nesta segunda-feira (27) que deve deixar o Ministério da Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços até o dia 4 de abril. A confirmação foi feita durante uma transmissão ao vivo no canal oficial do Jornal da Record no YouTube.
Segundo o ex-governador de São Paulo, a decisão ocorreu após conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pediu que ele permanecesse no cargo até a data anunciada. Motivos pessoais foram citados para justificar a saída, com a continuidade de contribuições ao governo de outras formas.
“Eu estou à disposição do presidente até o dia 4 de abril. Depois disso, vou me dedicar a outras atividades, mas sempre com o mesmo compromisso com o Brasil”, afirmou Alckmin. Ele destacou avanços na gestão voltados ao desenvolvimento econômico e ao estímulo aos investimentos.
Contexto político
Alckmin assumiu o ministério em janeiro deste ano, após deixar o PSDB e se filiar ao PSB. O período à frente da pasta foi marcado por esforços para atrair investimentos e fomentar o crescimento econômico, segundo o ex-ministro.
O anúncio ocorre em meio a negociações políticas do governo Lula para fortalecer sua base de apoio no Congresso Nacional, em um momento de ajuste na equipe ministerial e de alinhamento de prioridades para o segundo semestre.
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